Google+

Facebook Timeline: em busca da fidelidade, por Daniel Angione

By Gabriel Ishida , In , , ,

E mais uma vez uma rede social – no caso o Facebook, que explodiu no Brasil no começo de 2010, apesar de já ter seu sucesso estabelecido no exterior – causa borbulho na comunidade online ao trazer uma inovação de sua interface. Estou falando da nova maneira com que os perfis dos usuários são dispostos e organizados, a Timeline (ou Linha do Tempo).

A idéia da Timeline é deixar de lado o modelo que, até então, era padrão entre as redes e visava organizar os perfis por preferências e prioridades de cada usuário, optando agora por uma organização cronológica e baseada em acontecimentos. Para muitos, como sempre, essas mudanças são mal recebidas e motivo de protestos e reclamações mas, ao meu ver, o Facebook está dando um passo adiante no que tem se tornado o verdadeiro motor das “guerras” entre comunidades virtuais: a fidelidade.

Recentemente, li o livro Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman, e não posso negar que talvez a reflexão sobre o mesmo seja influência na forma de pensar sobre a Timeline, a qual fui convidado a experimentar há alguns meses e já passei pela fase de aceitação, estando agora – na verdade – gostando muito.

No livro, Bauman discorre sobre vários temas, mas culmina num ponto que é a liquefação da sociedade. Entre os aspectos citados, é muito interessante a forma com que ele analisa a leveza de todos os valores que predominam hoje em dia e são, em grande parte, formadores dessa sociedade que estamos acostumados, onde tudo é rápido e instantâneo: o que para alguns é apelidado de “modinha” acaba, na verdade, revelando-se como um fator social que demonstra o qual voláteis nossos hábitos e tendências se tornaram.

E é por isso que retorno à fidelidade. O Facebook percebeu essa realidade vigente e compreendeu que, hoje em dia, para se formar laços concretos, é necessário mais do que competência e materialidade: é necessário apelar para o que há de mais intrínseco: sentimentalismo. Ao meu ver, desconsiderando toda a visão comercial da publicidade direcionada (que é, afinal, o que sustenta o Facebook e grande parte da internet), a grande jogada da Timeline é a criação de uma sensação de preservação histórica de nossas vidas, e essa preservação gerará afeto das pessoas para com seus perfis. Esse afeto garantirá, no final, a tão desejada fidelidade.

Pensando nos ex-usuários de Orkut, tente lembrar-se o quão fácil foi (para grande maioria que já o fez) livrar-se dele. Nada que salvar algumas fotos e, no máximo, copiar e guardar alguns depoimentos que já não desse conta do trabalho. Não existiam laços, não existia um afeto. As pessoas não usavam o Orkut porque ele era o que importava. Elas usavam o Orkut como meio para chegar ao que importava: as relações humanas, o sentimento, as memórias.

A Timeline visa preencher esse espaço e se diferenciar dessa ocorrência natural de praticamente todos os meios: serem, de fato, apenas meios. Permitindo ao usuário registrar sua vida, suas lembranças, nascimentos de filhos (que posteriormente serão “conectados” à sua Timeline, formando uma grande rede no futuro) e outros eventos da vida e do cotidiano, ela criará uma relação afetiva que garantirá, no futuro, a preservação e manutenção do que é, até hoje, o maior exemplo de sucesso no universo das redes sociais. Será difícil abandonar sua história, registrada e ornamentada com fotos destacadas, perfeitamente catalogada por ano e com direito à “links” e outros recursos para cruzar a com a de outros milhões de usuários, como um grande álbum de sua vida mas que não pesa e tem a garantia de estar lá, online e preservado para seu bel-prazer.

Digo isso não como alguém que tenta prever o imprevisível e dinâmico futuro da internet, mas como alguém que provavelmente já está sendo acolhido por essa nova perspectiva. Há alguns meses, ao criar o evento de falecimento de um cão que foi muito querido e ver como o Facebook o homenageou e “registrou para sempre” em meu histórico, já foi o suficiente para garantir, ao menos, a minha fidelidade.


Espere o dia em que todas as pessoas começarem a sentir isso e preencherem suas histórias. O Facebook está mudando mais do que sua interface. Ele está mudando seu propósito: não quer mais ser apenas um meio.





Sobre o autor: Daniel Angione é estudante de Comunicação Social - Midialogia na Universidade Estadual de Campinas.

Transmedia Storytelling: Narrativa Lacunar, Identificação e Intensificador

By Gabriel Ishida , In , , , ,

Eu e o Fernando Collaço apresentamos um painel no I Fórum Transmídia na ESPM-SP contendo análises de cases de Transmedia Storytelling. Os resultados estão na apresentação, no final desse post, mas gostaríamos de comentar um pouco a metodologia que adotamos. Também incluímos a análise dos quatro cases escolhidos.


Frase de resumo:
"Identificamos, nos cases de Transmedia Storytelling, a presença de uma narrativa moldável/lacunar que estimule/possibilite a identificação do espectador, potencializada por recursos e aparatos estilísticos que funcionam como intensificadores dessa identificação e possibilitam a entrada relevante de outras mídias no universo narrativo"


Narrativa Lacunar

Por mais cronológicas que essas narrativas sejam, as inserções de lacunas e a moldabilidade da narrativa possibilitam a exploração dessas "brechas" para a criação de histórias em outras mídias e também o envolvimento e engajamento do público com o universo narrativo. Uma boa forma de criar esses "ganchos moldáveis" é o recurso do suspense e curiosidade: as lacunas se formam a partir da necessidade de responder questões que surgem na narrativa.
Além disso, essa plasticidade permite uma atemporalidade na experiência do espectador e uma exploração horizontal do universo construído.

Identificação

A identificação dos espectadores com a narrativa é primordial para o sucesso de qualquer história. O recurso de roteiro mais utilizado para fazer uso disso é a criação de personagens complexos e cativantes, em que o público se projete/identifique com eles e fique imerso no universo.

Intensificadores

Para que a identificação seja potencializada e envolva totalmente o espectador, o projeto transmídia pode utilizar recursos e aparatos estilísticos/narrativos para intensificar a experiência. O intensificador não é uma mídia especificamente, mas sim uma estratégia que o projeto transmídia pode adotar para permear o conteúdo das outras mídias.
Exemplos de intensificadores: utilização de estética subjetiva, tom confessional (discurso em frente à câmera, blogs/perfis de personagens, etc.), estímulo ao engajamento (Alternate Reality Game - ARG, etc.), exploração histórica do universo (acontecimentos antes e depois da história principal), etc.

Abaixo os slides da apresentação.

Post pessoal - Como aproveitar melhor seu tempo

By Gabriel Ishida , In , ,

A minha querida Lilian, há pouco tempo atrás, perguntou-me algo que eu sempre fui questionado, mas nunca tinha dado muita atenção: como você aproveita seu tempo? As pessoas que convivem comigo perguntam a mesma coisa. Elas fazem isso porque acreditam que eu leio muita coisa sobre minha área profissional, sobre coisas variadas e, ao mesmo tempo, ainda demonstro que tenho uma vida pessoal "saudável". Eu parei para pensar porque as pessoas pensam nisso e, principalmente, se faço algo que talvez ajude (ou passe essa impressão). Sendo assim, listei algumas coisas que eu acredito que podem ser dicas ou que podem simplesmente ser achismos.



1 - Configure seu browser para abrir as abas com seus sites e redes sociais.

Começarei com a parte de leitura. Tanto no laptop empresarial quanto no meu pessoal, eu configurei meu browser para abrir as seguintes abas: meu email, Facebook, Google Reader, Linkedin e Google+. Utilizo o Twitter com o Tweetdeck. Perceba que são todas fontes de informação. Eu acredito que criei um hábito de consumo justamente por configurar dessa forma. Abrindo a aba, eu já visualizo o que tem de novidade para ler. Para criar esse hábito, eu acho que faz uma enorme diferença já ter o site aberto para você ler do que abrir uma aba, digitar a URL e fazer o login.

2 - Escolha bem suas fontes de informação, sejam pessoas ou sites.

Basicamente, o que mais uso para me informar é o Google Reader, Twitter e o Facebook, nessa ordem. Google Reader é um agregador de RSS, ou seja, eu leio diversos blogs/sites nele. Isso é muito prático. Eu não preciso ficar entrando em cada um dos meus 47 sites cadastrados para saber o que tem de novo. Acho que o único site que leio sem ser no Google Reader é o Globo.com. E, na maioria das vezes, entro mais para ver se encontro notícias diferentes das que eu já li no Reader.
No Twitter, com exceção dos meus amigos, eu busco seguir perfis que postem conteúdo que me mantenha informado. Eu acompanho tudo que postam por conta do recurso de pop-up do Tweetdeck: cada tweet novo, o aplicativo abre um pop-up pequeno no canto da tela. Assim, eu não preciso parar completamente o que estou fazendo para ver se me interessa aquilo que twittaram. Já o Facebook, eu uso mais para ver coisas variadas, desde besteira até artigos políticos.
O ponto aqui é que eu busco escolher as fontes que eu acredito que vão me deixar mais informado em todos os aspectos. Os 47 sites do Google Reader são os sites que eu acho que atingem esse objetivo. Entretanto, é necessário, como eu já disse lá em cima, criar o hábito de ler tudo (ou pelo menos a maioria) que postam. Se você ver que não está dando conta, faça uma peneira e diminua o volume de sites escolhidos. O mesmo vale para o Twitter em relação aos perfis que você segue.

3 - Seja multitask. Utilize o CTRL + Tab com mais frequência. Consuma informação de várias fontes ao mesmo tempo, mas dê uma atenção maior a uma.

Isso é complicado, eu sei. Mas, pelo menos no meu caso, poupa-se muito tempo se você não se focar apenas em uma tarefa. Por exemplo, nesse momento, enquanto escrevo esse post, eu estou escutando uma música que me indicaram no Youtube, compartilhando uma imagem no Facebook, terminando de responder um email de rápida resposta, dando uma folheada numa revista e conversando com três pessoas no MSN. É muita coisa? Dá para fazer tudo direito? Veja: meu foco principal está na produção do post. A música do Youtube ganha minha atenção quando fico disperso. A imagem no Facebook é de rápida absorção e, com dois cliques, eu compartilho. O email é mais rápido ainda. A folheada na revista vai servir para que, quando eu for realmente lê-la, eu já saiba o que me interessou. E as pessoas no meu MSN não precisam que eu respondo imediatamente.
Outro exemplo: sempre que vou ouvir algum podcast ou algo que apenas o áudio interessa, eu busco ler o que está se passando no meu Google Reader. Nesse caso, eu dou uma olhada rápida e vejo quais conteúdos é de fácil absorção (geralmente são notícias curtas). Os posts grandes eu deixo para ler com mais atenção depois, pois a atenção principal está no podcast.
Outra coisa que ajuda nesse aspecto é utilizar duas telas. Ter dois monitores facilita muito para você consumir várias coisas ao mesmo tempo. Eu mesmo não uso, mas sempre que tenho acesso, eu sinto uma diferença enorme.

4 - Leia apenas os títulos e as chamadas. Aprofunde apenas no que você se interessa.

Isso ajuda bastante no aspecto multitasker. Tanto no Google Reader quanto no Twitter e no Facebook, eu só vou ler o conteúdo integral se o título (=chamada) do post me interessa. Na maioria das vezes, o próprio título já é o suficiente ou o conteúdo é curto e de fácil absorção. Faço isso porque, ao aprofundar no conteúdo, eu preciso dar uma atenção maior naquilo, já que é o que me interessou.

Um paralelo com o tempo gasto com coisas desinteressantes, interessantes e...sonhando acordado

5 - Durma bem. Busque ficar sem sono, ela atrapalha a atenção e a proatividade.

É banal, é fato. No meu caso, quando estou com sono, eu não consigo me concentrar direito para nada e tarefa que eu faço em dez minutos, eu faço em uma hora. Isso porque o sono vira em algo que divide minha atenção. Para resolver isso, ou eu tomo muito café e/ou Coca-Cola para me deixar atento ou, algo mais saudável, tenho uma boa noite de sono. Quem me conhece, sabe que, para eu ficar bem, eu preciso dormir, no mínimo, oito horas. Se tenho uma noite assim, eu fico mais ligado em tudo, principalmente para consumir informação. Além disso, não deixa eu perder o ritmo, principalmente o multitask.

Tentei mapear o que eu costumo fazer, mas devem ter mais coisas que eu não notei. Talvez o grande "truque" seja realmente ganhar o hábito, porque eu faço tudo isso de forma natural. Enfim, estou disponível para ajudar com o que eu vivencio, só me mandar email ou me mandar recado no Twitter.

Crowdsourcing, compartilhamento e o caso Giants Brasil

By Gabriel Ishida , In , , , , ,

O post de hoje foi produzido pelo meu amigo Renato Lazzarini e achei bem interessante como o crowdsourcing ajudou na consolidação do seu site sobre o Giants. Segue o artigo.
---
Durante toda a história da humanidade, para criar algo e a difundir para uma grande multidão de pessoas, elas teriam que estar juntas no mesmo lugar. E, de repente, com a internet nós somos capazes de criar uma multidão virtual. E o que acontece se todas essas pessoas agirem de forma mútua para um específico objetivo? Pessoas com o mesmo interesse, para divulgar suas paixões, seus hobbies, sua arte... Esse comportamento ocasionou mudanças na maneira de viver e ver  o mundo. Hoje, com um planejamento eficaz e o uso de uma estratégia, que antes era marginalizada e hoje em dia está mudando a realidade do mundo, tudo ficou ainda mais fácil.


E o que seria isso? Crowdsourcing. Esse conceito foi dito por Jeff Howe em 2006, quando publicou um artigo na revista Wired intitulado: "The Rise of Crowdsourcing" - onde o mesmo traduziu esse conceito para algo como: "É o ato de pegar um trabalho tradicionalmente designado à um empregado e externá-lo para um grupo indefinido (e geralmente grande) de pessoas, através de uma chamada aberta, geralmente pela internet". Pois, para ele, nada se compara a inteligência colaborativa em massa para divulgar uma ação. Um exemplo que todos nós conhecemos? Wikipedia. Outro exemplo? Linux.


Existe o lado perigoso do crowdsoucing. Exemplos banais? Em alguns sites podemos encontrar que David Beckham foi um goleiro chinês no século XVIII. E Richard Gere aparece na nota de 10U$ Australiana vestido de mulher. Ou seja, essa contribuição coletiva e sem censuras pode, às vezes, ao invés de ajudar, atrapalhar.  Mas isso estamos cansados de saber e a grande maioria das pessoas que navega na internet consegue entender que nem tudo é confiável.

Mas o tema aqui é como podemos usar essa estratégia para melhorar nosso negócio. O que faremos? Usarei o que aconteceu comigo e meu site Giants Brasil para exemplificar.


1. Construímos uma comunidade de pessoas com os mesmos interesses.
Encontrei pessoas que, assim como eu, tinham interesse em disseminar a paixão pelo futebol americano e traduzir notícias (que até então só tinham em inglês) para o português, além de discutir e bater um papo sobre o esporte.

2. Damos a essa comunidade uma plataforma na internet.
No primeiro momento, criei um blog (na época no blogspot), algo bem simples, onde as pessoas que tinham o mesmo objetivo conseguissem se encontrar e conversar. Nessa fase, já começa haver um certo compartilhamento do conteúdo, pois, assim como eu, as pessoas também querem conseguir mais pessoas para conversar e ter novas opiniões.

3. Administramos e criamos um marketing para essa comunidade, afim de ser compartilhada.
Com o passar do tempo, percebemos que a comunidade havia crescido bastante, porém chegou um momento em que ela estagnou. Solução? Vamos criar novas plataformas onde as informações podem ser compartilhadas de modo fácil e rápido. Com isso, criamos um novo layout, passamos a ser um site (www.GiantsBrasil.com.br), fizemos um Twitter e um Facebook.

4. Adquirimos um grande número de seguidores, que conseguirão novos seguidores e assim segue.
Hoje em dia, 60% de nossos acessos são acessos diretos (25% de redes sociais e o resto fica entre sistemas de busca e parceiros), onde essa grande porcentagem foi conquistada pelas ações de crowdsourcing no Twitter e Faceebok. Todas as notícias postadas no site são compartilhadas nas outras redes sociais. Criamos imagens, vídeos e notícias com o nosso logotipo e endereço do site embutidos neles, onde as pessoas (seja pela paixão ao esporte, interesse ou crítica) compartilham em suas respectivas páginas, criando uma divulgação espontânea para o site.




Com isso, o site cria um laço muito forte com seu público, que é chamado de "parceiros em potencial". Pois o público, que antes era receptor passivo das notícias que eu postava no blog, tornou-se ferramenta essencial para a criação, melhoria e divulgação. Agora os leitores podem não só ler as notícias, mas participar ativamente em: criações de idéias, sugestões, críticas e muito mais. Eles são, ao mesmo tempo: leitores, consumidores, publicitários, analistas de satisfação/qualidade e criadores de novos produtos através de interesses que surgirão com o diálogo entre consumidor (leitor) e produtor (administrador do site).

Claro que as redes sociais, que é uma arma poderosíssima para as empresas, tem que ser usadas de maneira correta. O planejamento tem que interligar, conectar todas as redes possíveis de modo que, ao mesmo tempo, elas tenham identidade própria. Se uma pessoa ver a ação no Twitter somente, entenderá o que está sendo passado.

Não podemos deixá-las totalmente independentes uma da outra, pois nem todas as pessoas (mesmo acreditando que seja muito pouco) possuem todas essas plataformas para participar. Criando esse tipo de conexão entre elas, o seu resultado será positivo. Se você conseguir que ela compartilhe em uma dessas redes, cria-se a possibilidade de reverberação do conteúdo nas redes de amigos dos leitores. 

Para que aconteça isso, você tem que fazer a pessoa sentir prazer de ver/ler/comprar/participar daquilo, caso contrário não será recíproco. Um exemplo para deixar claro:

Modo Incorreto: @giantsbrasil: Acesse o nosso site. (Quem ler isso vai pensar em compartilhar? Claro que não. Claro, que há exceções. Se a pessoa que leu isso for pai, irmão ou um amigo próximo pode até ser que compartilhe por compaixão, mas os demais: não.)
Modo Correto: @giantsbrasil: Notícias. Promoções. Entrevistas. Tudo isso e muito mais em GiantsBrasil.com.br - Você tá com a gente nessa?! WE ARE THE BIG BLUE! (Nesse exemplo, por causa das 'possibilidades' e 'opções' encontradas no site, junto com o grito de guerra, impulsiona a paixão e interesse das pessoas, que vão acabar compartilhando para descobrir ou criar pessoas para esse objetivo em comum)

Por isso que, hoje em dia, está crescendo o número de pessoas especializadas em monitoramento e análise de social media, objetivando entender como extrair o máximo desse recurso. Deve-se lembrar que o o uso do crowdsourcing não é exclusivo para ações de publicidade. Ele também está sendo usado para outros tipos de criações, como é o caso da produção do videoclipe da banda The Vaccines (video abaixo, onde pegaram fotos de seus fans durante shows e fizeram o clipe) e também para ações como doações, denúncias e até mesmo revoluções sociais em certos países. 




Crowdsourcing deixa claro que as pessoas são capazes de se organizar de forma produtiva sem precisar de grandes empresas ou corporações. Se você ainda não faz uso dessa estratégia para seu negócio, site ou comunidade, experimente usar. Os resultados serão positivos em um curto espaço de tempo, trazendo uma nova visão e um novo caminho.


Sobre o autor: Renato Lazzarini é fotógrafo, editor de vídeos, profissional de social media, proprietário do site GiantsBrasil.com.br e colunista do site GKBR.com.br.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...