O valor de uma história bem contada
Quem pensa, comunica-se.
By Fernando Collaço
By Gabriel Ishida , In acta , análise , clay shirky , compartilhamento , direitos autorais , jovem nerd , sopa
Palestra excelente do aclamado Clay Shirky, respondendo essa questão.
E esse podcast do pessoal do Jovem Nerd, que também comentam sobre a ACTA e a Lei Azeredo.
Clique aqui para ouvir.
By Gabriel Ishida , In e-book , ebook , livro , monitoramento , mídias sociais
By Gabriel Ishida , In análise , curtir , facebook , mídias sociais
Eu começo 2012 com um post crítico. Após ler diversas análises, previsões e tendências para esse novo ano (leia esse artigo em destaque), eu percebi, no Brasil, que a maioria conduz para a crescente mobilidade (e isso leva à geolocalização e o consumo móvel) e para uma maior atenção ao Facebook por parte do marketing.
Bom, o mobile está evidente que vai crescer muito em 2012, principalmente pela popularização do smartphone. Mas isso é assunto para outro post.
Em relação ao Facebook, o que me deixou mais interessado é como essa atenção será utilizada. Já vemos páginas que se tornaram centros das estratégias em mídias sociais e praticamente se transformaram no local de informações e engajamento da marca. Pelo que li por aí, parece que 2012 será o ano das fanpages.
O que me deixa mais preocupado é como esse foco vai se integrar com as análises em Social Media. As métricas de Facebook terão novos significados? Surgirão novas? Qual o valor delas?
Uma coisa que eu vejo por aí e fico indignado como analista é a utilização do botão "Curtir". Já vi diversas campanhas que a pessoa precisava clicar no botão "Curtir" para ver o conteúdo ou participar de alguma promoção/ação.
By Marcos Singulano , In análise , criação , design , fator vdm , processo criativo
Ou no bom português: "Mate seus queridinhos". Essa expressão vem ressoando na minha cabeça após ler o incrível livro : "O Fator VDM: Um guia antidesastres em projetos criativos" de Luis Marcelo Mendes. O livro trata da importância e das dificuldades de se fazer um projeto criativo de sucesso e para que este projeto criativo seja de sucesso, muitos outros irão para o lixo. Leitura altamente recomendada (no final do post você pode ver onde encontrar este livro).
Enfim, em certo ponto do livro me deparei com este capítulo "Kill your darlings" que na verdade é uma expressão do escritor norte-americano William Faulkner e segundo o autor do livro é uma expressão que deve ser aplicada em todos projetos criativos, desenvolvimento de sites, relatórios, textos, notícias para jornal...mas porque?
Para este post, vou falar um pouco da área onde trabalho atualmente que é design gráfico, mas praticamente qualquer profissional de comunicação pode se relacionar com o que vou tentar abordar neste texto.
Lá está você, sentado no seu computador, já aos 45 do segundo tempo, depois de 45.674 horas trabalhando no mesmo material e de repente você começa a desenvolver um certo afeto pelo seu trabalho e quando seu chefe pede pra trocar uma fonte ou uma cor...putz...ai o sangue sobe, a tristeza bate...enfim..sentimentos negativos começam a povoar a sua cabeça.
Por isso que de hoje em diante, quando isso acontecer. Lembre-se do Kill your darlings!
Essa expressão serve para que eu, você e qualquer outro profissional da área criativa e de comunicação tenha coragem de se livrar de ideias que não são necessárias para aquele projeto.
Textos brilhantes, layouts maravilhosos, tipografias complexas! Tudo isso é muito bom e sempre muito necessário, mas as vezes desenvolver qualquer tipo de sentimento por essas coisas pode te trazer muita dor de cabeça, principalmente quando o cliente solta o clássico "Não foi isso que eu pedi" e você tem que jogar tudo fora e começar de novo.
Ainda, se você não proteger o seu queridinho das pancadas, modificações, cortes e outras coisas mais garanto você pode se surpreender! De repente encontrar uma outra saída ou um outro caminho que não havia percebido antes e com certeza você e seu cliente só tem a ganhar com isso.
2012: Ano do Kill your darlings!
Até semana que vem!
Ah, quem quiser comprar o livro que mencionei no post, eu recomendo a 2AB editora através deste LINK.
By Gabriel Ishida , In análise , facebook , mídias sociais , timeline
By Gabriel Ishida , In análise , fórum , metodologia , transmedia storytelling , transmídia
Eu e o Fernando Collaço apresentamos um painel no I Fórum Transmídia na ESPM-SP contendo análises de cases de Transmedia Storytelling. Os resultados estão na apresentação, no final desse post, mas gostaríamos de comentar um pouco a metodologia que adotamos. Também incluímos a análise dos quatro cases escolhidos.
By Gabriel Ishida , In dicas , produtividade , tempo
By Gabriel Ishida , In análise , compartilhamento , crowdsourcing , estratégia , giants , mídias sociais
O post de hoje foi produzido pelo meu amigo Renato Lazzarini e achei bem interessante como o crowdsourcing ajudou na consolidação do seu site sobre o Giants. Segue o artigo.
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Durante toda a história da humanidade, para criar algo e a difundir para uma grande multidão de pessoas, elas teriam que estar juntas no mesmo lugar. E, de repente, com a internet nós somos capazes de criar uma multidão virtual. E o que acontece se todas essas pessoas agirem de forma mútua para um específico objetivo? Pessoas com o mesmo interesse, para divulgar suas paixões, seus hobbies, sua arte... Esse comportamento ocasionou mudanças na maneira de viver e ver o mundo. Hoje, com um planejamento eficaz e o uso de uma estratégia, que antes era marginalizada e hoje em dia está mudando a realidade do mundo, tudo ficou ainda mais fácil.
E o que seria isso? Crowdsourcing. Esse conceito foi dito por Jeff Howe em 2006, quando publicou um artigo na revista Wired intitulado: "The Rise of Crowdsourcing" - onde o mesmo traduziu esse conceito para algo como: "É o ato de pegar um trabalho tradicionalmente designado à um empregado e externá-lo para um grupo indefinido (e geralmente grande) de pessoas, através de uma chamada aberta, geralmente pela internet". Pois, para ele, nada se compara a inteligência colaborativa em massa para divulgar uma ação. Um exemplo que todos nós conhecemos? Wikipedia. Outro exemplo? Linux.
By Fernando Collaço , In análise , comentários , comunicação , televisão , transmídia , videos on demand
Mais do que nunca, a famosa assertiva “o meio é a mensagem”, proferida por McLuhan nos idos dos anos 80, mostra-se viva. Curiosamente, esse post nasce de uma reportagem presente no caderno especial do periódico Meio & Mensagem, assinada por Sandra Regina da Silva. A afirmação de McLuhan, simplificando ao máximo sua complexibilidade, poderia ser compreendida como um convite para se pensar o meio, através do qual a mensagem é veiculada, como um indicador para a confecção da mesma, além de desenhar um entorno sócio-econômico mais ou menos específico para a recepção do conteúdo.
By Gabriel Ishida , In aniversário , análise , clay shirky , grupo , livro , mídias sociais , paradoxo
Estou lendo o livro "Here Comes Everybody", de Clay Shirky (autor já citado aqui no blog) e uma das idéias que achei muito bacana no livro foi sobre a teoria do "Paradoxo do Aniversário".
By Marcos Singulano , In aloísio , análise , design , gráfico , magalhães , nacional
Hoje, dia 05/11 é o dia nacional do designer!
Agora, você sabe porque foi escolhida essa data? Porque é o aniversário de um dos mais importantes designers brasileiros: Aloísio Magalhães.
Aloísio Magalhães, nasceu no Recife em 1927, é considerado um dos mais importantes designers gráficos brasileiros do século XX e foi responsável pela fundação da primeira escola superior de design no Brasil, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro. Além disso, foi secretário geral do Ministério da Educação e da Cultura (MEC) e diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Para saber um pouco mais sobre o trabalho de Aloísio, recomendo o artigo de Eduardo Camillo K. Ferreira que está disponível no site da revista Leaf, Dia do Designer - Aloísio Magalhães.
Por isso, parabéns designers, parabéns Aloísio!
By Gabriel Ishida , In análise , convergência , mídias sociais , social tv
Pesquisei bastante sobre esse assunto e juntei um material bem bacana contendo pesquisas e análises sobre Social TV e, principalmente, a convergência do consumo dos meios.
By Marcos Singulano , In análise , comunicação , mercado de trabalho , profissão , recém-formado , vida profissional
By Marcos Singulano , In #interCon2011 , análise , open hardware , open source
By Gabriel Ishida , In análise , facebook , métricas , mídias sociais
O lançamento das novas métricas no Facebook Insights, ao meu ver, consolidaram o que muitos já suspeitavam: o Facebook se foca em compartilhamento e disseminação. As últimas estratégias, que eram a diversificação/ampliação da função do botão "Curtir" e o "Facebook Timeline", possibilitaram novas fontes de disseminação de um conteúdo gerado, postado ou direcionado para o Facebook.
By Gabriel Ishida , In análise , facebook , flourish klink , mídias sociais , timeline , transmedia storytelling , transmídia
Flourish Flink, uma das "alquemistas" do The Alchemists, lançou um post recentemente contando três previsões sobre Transmedia Storytelling no novo Facebook. Irei fazer uma pequena tradução do post, colocando comentários pessoais.
By Gabriel Ishida , In oficina , slides , transmedia storytelling , transmídia
Dia 28 de setembro, no Festival do Instituto de Artes (FEIA) da Unicamp, eu e o Fernando Collaço ministramos uma oficina sobre Transmedia Storytelling. Com o intuito de passar desde os princípios básicos até novas idéias, a oficina teve duas frentes: a própria oficina presencial e o Tumblr.
O Tumblr (http://oficinatransmidia.tumblr.com) tem bastante material que não foi passado na oficina ou que complementa o que foi dito presencialmente. Abaixo, tem os slides (disponíveis para download) da oficina.
By Gabriel Ishida , In análise , coolhunter , coolhunting , mídias sociais
Hoje fiz um curso sobre Cool Hunting na Integra Cursos, buscando entender como isso poderia me ajudar nas análises de tendências e apropriações nas mídias sociais. Saí do curso tendo alguns pensamentos.
By Gabriel Ishida , In análise , intertextualidade , multimodalidade , transmedia storytelling , transmídia
Esse post faz parte de uma série de posts sobre Transmídia, que serão escritos pelo Fernando Collaço.
Continuando o último post publicado no Midializado que abordava as reconsiderações conceituais sobre Transmedia Storytelling publicado por Henry Jenkins, focamos agora nas características presentes em um projeto para que ele seja denominado transmídia e nas minúcias de alguns novos conceitos abordados. Retomando o artigo, temos que, para o autor, um conteúdo narrativo transmídia atende a algumas características básicas, dentre elas:
- Oferecer uma história prévia da narrativa
- Oferecer um mapa do mundo retratado
- Oferecer pontos de vista de outros personagens participantes da ação
- Depender da interação dos usuários/fãs para seu desenvolvimento
Tendo em vista esses elementos para concretizar a idéia de um produto transmídia, Jenkins sintetiza a idéia de uma narrativa transmídia como um projeto que, para ele, deve ser a combinação ordenada de 03 elementos primordiais:
“para mim, um trabalho [transmedia] precisa combinar uma intertextualidade radical e a multimodalidade visando assim criar a compreensão aditiva”
Dessa forma, segundo ele, reduzir a definição de uma narrativa transmídia como uma mera história contada através de muitas mídias favorece os desentendimentos e as distorções comentadas no post anterior. Para poder abordar o assunto e compreender essas reconsiderações de Jenkins, vamos observar cada um desses novos elementos que ele trouxe à tona: intertextualidade radical, multimodalidade e compreensão aditiva.
a. intertextualidade radical
A intertextualidade radical provém da hibridização entre o que é seriado, aquilo que possui uma continuação narrativa ao longo da duração do programa e o que é episódico ou capitular, aquilo que acontece em um programa, mas não necessariamente tem relação com outros fatos. Os meios que formam e constroem a narrativa transmídia contribuem para uma intertextualidade radical, na qual diferentes personagens e plots, uma vez inseridos em um mesmo universo, interagem através de diferentes acontecimentos da narrativa, complementam a história e oferecem diferentes pontos de vista. Deve-se atentar para o fato de que os personagens se mantêm fiel a sua estrutura motivacional nas ações e decisões tomadas e que essa intertextualidade pode ser efetuada entre suportes variados. Para ilustrar esse fato, Jenkins cita os personagens dos quadrinhos da DC Comics que possuem suas próprias histórias, mas podem aparecer nas histórias de outros ou mesmo envolver-se em episódios nos quais todos os personagens são requisitados, como por exemplo, em uma guerra entre o bem e o mal que envolva todos os super-heróis.
b. multimodalidade
Esse termo, cunhado por Gunther Kress e apropriado para as narrativas transmídia por Christy Dena, traz a idéia de que cada meio envolve diferentes tipos de representação e assim, cada um vai ter diferentes tipos de affordance, conceito proveniente do design para designar o potencial presente na forma do objeto que desperta no usuário o desejo de manipulá-lo do jeito que foi pensado para sê-lo. Ou seja, uma história através de diferentes mídias envolve diferentes modalidades de linguagem e comportamento para despertar a participação dos usuários.
c. compreensão aditiva
O termo compreensão aditiva provém do designer de games Neil Young para se referir ao fato de que cada texto/mídia que constrói a narrativa adiciona para nossa compreensão da história como um todo. Dessa forma, como já sabido, as informações presentes em cada meio, uma vez contendo conteúdo exclusivo sobre a narrativa, irão ampliar o escopo e as informações do usuário sobre o que está vivenciando, ampliando assim sua compreensão sobre o todo.
Por fim, para finalizar o assunto, Jenkins novamente ressalta o papel do usuário/fã, através da diferenciação entre interação e participação, relembrando a discussão de seu livro, Cultura da Convergência, no qual traz que, para ele, a interação é uma condição mais voltada para a tecnologia, já a participação tem mais a ver com propriedades culturais. Não adianta ter uma interação onde o usuário aciona teclas e botões, mas não participa da história, não descobre elementos novos ou não é capaz de mover a narrativa, fator vital para qualquer projeto com um projeto transmídia.
Obs.: a tradução do artigo é livre e os comentários de responsabilidade própria. O artigo original aborda mais assuntos e desenvolve de forma mais esmiuçada os elementos comentados aqui.
By Gabriel Ishida , In infográfico , social games , socialnomics
O Socialnomics divulgou um infográfico produzido pela Tripwire Magazine contendo dados atualizados sobre o universo dos Social Games. Há diversas informações interessantes, mas o que mais me chamou a atenção foi a supremacia do Cityville em relação aos outros jogos.
Além disso, outro comentário: o Social Game é o exemplo mais estruturado do modelo Freemium que Chris Anderson falava. Nota-se o grande volume de dinheiro que essa modalidade gera para os principais players (Zynga, Playfish, etc.).
By Gabriel Ishida , In análise , henry jenkins , transmedia storytelling , transmídia

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