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Apresentação "Mídias Sociais para Jornalistas" no Atlas Media Lab

By Gabriel Ishida , In , , , ,

Apresentação feita no curso de Mídias Sociais para Jornalistas, no dia 12 de abril de 2014, com a Jacqueline Lafloufa e Gabriel Ishida.
Vejam detalhes do curso aqui.


Apresentação sobre diferentes funções do monitoramento em mídias sociais

By Gabriel Ishida , In , , , , ,

Apresentação feita no evento Share 2014 em Porto Alegre sobre os diferentes objetivos que se pode ter no monitoramento em mídias sociais.

Mais detalhes do evento aqui: http://www.papodemarketeiros.com.br/share2014rs/



Apresentação sobre ROI em Social Media

By Gabriel Ishida , In , , ,

Apresentação sobre ROI em Mídias Sociais feita em Vitória/ES no evento Imersão em Mídias Sociais de março de 2014.

Confira mais detalhes do evento: http://wiseducacao.com.br/imersao-em-midias-sociais/



Aos meus ex-chefes, com carinho.

By Gabriel Ishida , In , ,

Quase nunca faço posts pessoais, principalmente nos meus perfis pessoais, mas nesse caso eu queria abrir uma exceção.

Olhando no começo da minha carreira profissional até agora (tá, são apenas quatro anos e meio) em social media, percebo que tenho muita sorte. Muita sorte e privilégio, eu diria. E ambos tem a ver com as pessoas que me geriram, vulgo meus chefes.

Em 2009, no último semestre da faculdade, quando comecei a fazer freelas em social media, tive uns três ou quatro "chefes" (ou contratantes). Por tanto ter ouvido antes e atualmente sobre péssimas experiências com freelas de outros profissionais, eu vejo que tive sorte em ter tido contratantes que me deixaram trabalhar, me deram tempo para fazer tudo, que foram compreensíveis e que pagaram direitinho. Óbvio que tudo isso é o que se espera, mas sabemos bem que a realidade do mercado não é bem essa, infelizmente.

No começo de 2010, quando saí da faculdade, fui contratado para meu primeiro emprego de carteira assinada. Confesso que fui na entrevista com medo (isso é natural), mas mais pelo fato de que metade das funções que eram exigidas na vaga eu nunca tinha feito e eu não estava disposto a mentir. Porém, como fui chamado para a entrevista em meio de tantos outros currículos, pensei: "bom, algo devo ter de legal para ter sido chamado". A vaga era de analista de redes sociais e eu lembro que na entrevista, meu chefe me perguntou: você tem um blog né? Nossa, há quase dois anos postando? E me perguntou também se eu curtia games, já que a empresa era um canal de tv especializado em games.

O fato é que, após ser contratado, perguntei para meu chefe o que tinha atraído a atenção dele em mim, já que eu não tinha experiência (nem tinha feito estágio, por exemplo). Me lembro que ele me disse: "você tem uma formação boa, vimos que você curte estudar (eu estava dando entrada na minha pós), curte escrever (por causa do blog) e nós achamos que você vai mandar bem, mesmo sem ter experiência". Fiquei bem feliz com a resposta e só me motivou a trabalhar naquele ambiente. Aqui entra outra sorte, pois os dois lugares que já trabalhei foram ambientes excelentes. Aprendi demais em cada, tanto por conta disso quanto pelo estímulo dos meus chefes.

Com um pouco mais de um mês de emprego, meu chefe que me contratou saiu da empresa. Assumiu o braço direito dele, merecidamente. Ele continuou a me dar liberdade para trabalhar, a me desenvolver profissionalmente, a me deixar estudar e dar ideias para o trabalho. E foi ele também que me aconselhou que, ao eu receber outra proposta, a sair da empresa, pois seria melhor para minha carreira. O quão raro é ter alguém assim no seu trabalho?

Na entrevista da nova empresa, outra surpresa: fui submetido a um teste que, na teoria, eu deveria ter sido reprovado pelo meu desempenho. Quando recebi a proposta, fiquei surpreendido. Novamente, após ser contratado, perguntei para minha chefe o motivo de minha contratação, já que estava claro que eu tinha ido mal no teste. Ela me disse que o que contou foi que eu não tinha entrado em desespero quando me deparei que não sabia as respostas e que manter a calma era tão importante quanto solucionar os testes. Claro que havia outros fatores que pesaram também, mas aquele teste era diretamente ligado ao meu dia a dia no trabalho. Foi aí que eu percebi que existem coisas tão importantes quanto habilidades técnicas na vida profissional.

Como um replay, com menos de um mês, a minha chefe saiu da empresa. Sem antes eu ter aprendido muito com ela, principalmente o rigor nos relatórios. Entrou no lugar a minha superior direta. Mas ela não saiu com um mês e sim durou quase quatro anos. Quatro anos de muito aprendizado, de liberdade para eu me desenvolver, de oferecer oportunidades para eu crescer, de muita bronca, muito conselho e, principalmente, muita confiança no meu trabalho. Obviamente, o ambiente de trabalho ajudava muito (é uma das melhores empresas para se trabalhar, de acordo com a Exame), mas isso não seria útil se eu não tivesse minha chefe me deixando desenvolver meus projetos próprios, investindo no meu aprendizado, confiando equipes e trabalhos, não sendo uma chefe e sim uma parceira (e agora uma amiga).

Como eu disse lá em cima, sou um sortudo e privilegiado. Sortudo por ter encontrado com essas pessoas no meu caminho profissional. Privilegiado por ter tido a oportunidade de trabalhar com pessoas incríveis, que confiaram em mim e me deixaram desenvolver. Tudo que alcancei até hoje devo muito a cada um deles.

Não preciso citar nomes, essas pessoas não precisam disso. Agora eu fico pensando se serei alguém assim para outras pessoas, se chegarei perto do que essas pessoas representaram para mim na minha carreira.

Só tenho a agradecer, com muito carinho.

Novos formatos digitais reinventam o jornalismo, por Jacqueline Lafloufa

By Gabriel Ishida , In , ,

(esse artigo pertence a uma série de posts de convidados do blog e faz parte da divulgação do curso Mídias Sociais para Jornalistas do Atlas Media Lab)



Novos formatos digitais reinventam o jornalismo
A internet e os novos meios de produção de informação podem dar uma nova cara à profissão

Por Jacqueline Lafloufa

Toda crise é uma oportunidade disfarçada de momento de tensão. Assim também é com o jornalismo. A profissão, que tem passado por dificuldades como o questionamento da necessidade de um diploma, o aperto financeiro das publicações do impresso e a falta de modelos de negócios das iniciativas online, pode estar, na verdade, vivendo uma das mais importantes evoluções dos últimos tempos.
Isso porque o jornalista de hoje conta com uma infinidade de ferramentas que não existiam para os colegas das antigas, como a fácil produção de formatos multimídia de reportagem, que fogem de modelos engessados, limitados por quantidades de caracteres, tamanhos de página, ou qualidade de imagem.
Uma listinha do BuzzFeed pode ser tão informativa (ou mais!) que uma matéria do Jornal Nacional. Uma foto do Instagram pode ser um furo de reportagem e uma história não precisa mais ‘caber’ entre um anúncio e outro da página do impresso – o meio online dá a liberdade de escrever o quanto for necessário para criar uma história emocionante, que engaja ou que instiga. Nesse novo jornalismo pós-crise, o importante é ser relevante, e não seguir regras e modelinhos pré-estabelecidos.
No entanto, essa vantagem também exige do profissional um tanto de jogo de cintura. É preciso estar atento às novidades, conhecer as novas redes e saber habituar-se ao desconforto de não saber e de arriscar. Cada nova mídia ou rede social é uma descoberta e traz consigo a possibilidade de se transformar em um novo meio de divulgação de bom jornalismo.
Esse novo ambiente digital pode ser exatamente o que o jornalismo precisava para ressurgir com a devida importância. Não tenha medo! Apesar da situação do jornalismo parecer complicada, esse pode ser um dos momentos de ouro da história da profissão. No fundo do poço dos pessimistas há um ralo, por onde tudo se esvai, mas no dos otimistas há uma mola, que impulsiona para algo novo. O importante é aprender a lidar com o desconforto das novidades, e aprender como elas podem servir para reavivar a importância da curadoria de informação, que se tornou ainda mais crucial nessa nova era digital.

Sobre a autora:
Jacqueline Lafloufa é jornalista de tecnologia desde 2009, trabalhando com conteúdos para mídias digitais. Integrou por 4 anos a equipe de editores do Blue Bus, onde era responsável pela curadoria das editorias de tecnologia, publicidade, jornalismo, inovação e mídia. Colabora para o Tecnoblog com matérias especiais sobre inovação, tecnologia e negócios. É formada em literatura e pós-graduada em jornalismo científico pela Unicamp, sendo instrutora do curso de Mídias Sociais para Jornalistas no Atlas Media Lab.

Oficina de gestão de tempo no Oficinaria

By Gabriel Ishida , In , ,


Oficina nova saindo do forno lá no projeto social que participo, o Oficinaria. Com o tema "Gestão de Tempo e Aumento na Produtividade", é focado para aqueles profissionais que precisam saber técnicas e formas de se organizar nas suas vidas pessoais e profissionais.

A oficina será no dia 11/03/2014 das 19h às 21h lá no Pto de Contato (Rua Augusta, 2.690, 3 andar) aqui em São Paulo. A inscrição custa 100 reais e todo dinheiro é revertido para a construção de uma biblioteca na região do Grajaú.

Clique aqui, saiba mais detalhes e faça sua inscrição.

Hands-on no Scup Mobile

By Gabriel Ishida , In , , ,

Tive a oportunidade de testar, em primeira mão, a versão mobile do Scup para Android. Primeiramente, devo dizer que fiquei surpreso, já que a principal funcionalidade do aplicativo é a classificação e organização dos posts coletados, sendo que eu esperava que a primeira funcionalidade fosse a visualização e manuseio de dashboards do monitoramento.

Fui informado pelo Eliseu, community manager do Scup, que o recurso de dashboards está nos planos futuros do aplicativo, mas que, nesse primeiro momento, o aplicativo será focado para os analistas, ou seja, para a parte operacional.

Inicialmente, achei a interface bem simples de se mexer, com movimentações basicamente laterais, facilitando o fluxo de trabalho. Também achei a classificação de sentimento bem fácil e rápida para se fazer, sendo bem eficiente para quem só precisa classificar por esse viés (ver imagem abaixo). Também achei a forma como filtrar os posts através de tags e sentimento bem fácil de se usar

Imagem extraída do próprio site do Scup. Por motivos de confidencialidade, não poderei mostrar telas extraídas do meu próprio celular

O que eu acho que pode melhorar, basicamente, é a questão de classificação por tags. Achei que, para um monitoramento com muitas tags (como é o caso de muitos projetos que participo e participei), a classificação acaba demorando mais, já que é exibida uma lista e você tem que usar os dedos para visualizar todas. Acho que os textos sinalizando as tags poderiam ser menores para caber mais na tela e, consequentemente, não precisar dar muita rolagem.

Outro ponto que achei que faltou foi a visualização da classificação do post. Eu classifiquei uns posts e, logo em seguida, não sabia quais posts haviam sido classificados, sendo que precisava entrar um por um para verificar.

No geral, eu achei o aplicativo muito bom. Testei em wi-fi e no 3G e em ambos performou bem. Também fiquei um bom tempo mexendo para fazer esse review e em nenhum momento travou ou deu algum problema. Devemos considerar que ainda é uma versão beta, ou seja, ainda tem melhorias a serem acrescentadas, mas creio que o aplicativo, na forma como está, é bom. Agora fico no aguardo dos recursos de dashboards, pois é o que mais me deixa interessado em aplicativos de social media para mobile.

E aqui está o post de lançamento do aplicativo no site do Scup. Já está disponível a versão para iOS e logo sairá para Android.

Promoção nos preços dos cursos do Atlas Media Lab!

By Gabriel Ishida , In , ,

O Atlas Media Lab, projeto de autoria minha, do Fernando e do Marcos, está com inscrições abertas para quatro cursos nesse primeiro semestre de 2014: SEO, Infografia, Transmedia Storytelling e Mídias Sociais para Jornalistas. E está com desconto de 25% em todos esses cursos para as inscrições realizadas até o Carnaval. Clique aqui, vá no curso desejado e faça sua inscrição.


Share 2014 em Porto Alegre

By Gabriel Ishida , In , , ,

 Evento Share

É com grande satisfação que anuncio minha participação no evento Share, que será no dia 22 de março de 2014 em Porto Alegre. A inscrição está com o preço de 100 reais e está no primeiro lote, por enquanto. É a segunda edição do evento e, no ano passado, o evento lotou.

Além de palestrar sobre Monitoramento em Social Media, eu também ajudei na curadoria da grade. Pessoal do Rio Grande do Sul: vejo vocês lá!

Requisitos técnicos de um profissional de monitoramento em mídias sociais

By Gabriel Ishida , In , , ,

Imagem: Fora do Eixo

É interessante notar que a maioria dos materiais sobre a formação do profissional em mídias sociais sejam focados na teoria e nos conceitos ao invés da parte técnica. Digo interessante porque eu também concordo que o que diferencia um profissional médio de um bom é justamente seu conhecimento teórico. Contudo, vejo que a maioria fica bastante perdida em saber os requisitos básicos para as vagas em monitoramento.

Eu tenho a opinião de que uma barreira de entrada para um iniciante no mercado é justamente não saber os conhecimentos básicos da técnica. E técnica eu compreendo como toda limitação que impede um profissional de realizar seu trabalho. Sendo assim, nesse post, eu gostaria de destacar o que, na minha visão, sejam conhecimentos técnicos necessários que um profissional de monitoramento deve saber para exercer sua função:

Conhecimentos em Excel


A pessoa não precisa ser um expert, montar macros, saber fórmulas para tudo. Ela deve ter uma noção de como funciona a lógica do Excel, algumas fórmulas de organização da informação (como - na versão em inglês - SUMIFS, COUNTIFS, VLOOKUP, etc.) e as padrões (soma, média, percentual, etc.). Isso porque o profissional de monitoramento tem que lidar com um volume de dados (posts) muito grande e é necessário saber essas fórmulas para organizar as informações para entender os contextos e analisar os resultados. Ou seja, se você quer ser um profissional de monitoramento, vai ter que começar a ter um relacionamento com as planilhas de Excel.

Conhecimentos em PowerPoint e visualização de dados


Novamente, não é necessário ser o mestre das apresentações, mas sim ter uma noção dos principais recursos, como inserir gráficos, como mudar layout de imagens/gráficos/textos e recursos multimídia. Além disso, é bacana o profissional ter uma noção de visualização de dados, já que tão importante quanto mostrar resultados é também buscar que o receptor entenda o que foi transmitido.

Noções do funcionamento das ferramentas


A grande maioria das ferramentas de monitoramento possui um trial gratuito para que o usuário possa conhecer melhor e testar. Pode reparar: praticamente todas as vagas colocam, como diferencial, o profissional ter uma noção de ferramentas como Scup, Seekr, Brandwatch, Sysomos, etc. Não precisa saber tudo ou ter uma experiência prática (apesar que é bastante desejado pelas empresas), mas saber como as ferramentas coletam, o que elas podem coletar e que tipo de dados trazem para o usuário são coisas que dão muitos pontos profissionais.

Noções da dinâmica e recursos das principais redes sociais


Saber o que é possível fazer no Twitter, Facebook, Youtube e Instagram tanto como usuários quanto como analista é um conhecimento bem vindo nos processos seletivos de vagas. Se um iniciante diz, em uma entrevista, que já deu uma fuçada no Facebook Insights ou que já brincou em manusear fanpages, essa pessoa vai ganhar muitos pontos. Também é interessante a pessoa saber, por exemplo, como funciona o preenchimento dos dados pessoais nos perfis das redes ou como é a dinâmica no Twitter.


É bom frisar que não saber tudo isso não quer dizer que você não tenha chances nenhuma no mercado. A maioria dos profissionais que conheço (inclusive eu) começamos sem saber tudo isso e aprendemos no dia-a-dia do trabalho. Contudo, vivemos num contexto que social media não é mais promessa e começamos a ver uma migração de profissionais de outras áreas vindo para nosso mercado. Ainda tem muitas vagas para todos os níveis, mas, com o tempo, a abundância de profissionais forçará melhores qualificações dos profissionais e é bom estar preparado e melhorar sempre.

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