Google+

Como começar no mercado de monitoramento e métricas?

By Gabriel Ishida , In , ,

A pergunta que mais me fazem é "como começar no mercado de monitoramento e métricas não tendo experiência?". Então, esse post é dedicado para responder, sob meu ponto de vista, o que faria um profissional ficar atraente para uma empresa contratar.

Acho que tem duas coisas que atraem em um profissional: sua busca por conhecimento e seu portfólio de projetos. A questão aqui é como você consegue construir e exibir isso.

Busca por conhecimento


A primeira coisa que você pensou aqui é "fazer um monte de cursos". Não é só isso, na realidade, para mim cursos podem não significar muita coisa se você não os aproveitou plenamente. Cursos não servem apenas para você ter no seu currículo e sim é uma oportunidade para você abrir sua cabeça para novas referências, novas formas de aprendizado e, principalmente, para novos projetos. Mas isso deixo para o próximo tópico.

Eu valorizo muito em um profissional quando vejo que ele está abastecido de boas referências. Se a pessoa me diz que lê o blog do Tarcízio, por exemplo, já ganha uns pontos. Obviamente você não vai colocar no currículo que lê blog x, site y, etc, mas é na entrevista que você diz como faz para se informar, como acompanha o mercado, etc. Se a pessoa me diz que acompanha o grupo Entusiastas - Monitoramento e Métricas, eu já dou uns pontos também.

O que acho legal também (e foi o que me deu meu primeiro emprego) foi o fato de ter um blog. Um blog é a chance de você mostrar o que você aprendeu e, consequentemente, seu interesse pela área. Se a pessoa me fala que tem um blog, mesmo que não seja da área, mas seja algo relacionado a algum hobby, etc. eu já fico surpreendido, pois mostra que a pessoa vai atrás do que quer aprender.

Blog você consegue colocar no currículo, mas mostrar suas referências é só na entrevista. Para chegar na entrevista, tem que impressionar no currículo e é aí que entra o segundo tópico.

Portfólio de projetos


"Mas como vou ter um portfólio se não tenho experiência?". Não precisa ser projetos em emprego e sim qualquer projeto que você tenha se envolvido ou criado. Sabe aquela análise de métricas que você fez para a página do seu amigo? Aquilo é um projeto. Sabe aquele estudo sobre cicloativismo que você ajudou a classificar menções? Aquilo também é um projeto. Tudo isso é currículo e não tem nada a ver com vínculo empregatício. Se você não tem oportunidade de participar dessas coisas, crie sua chance: se voluntarie em projetos sociais para analisar a fanpage, criar ideias, monitorar menções, responder usuários em social media, etc.

Nos trabalhos feitos em cursos, aproveite o momento para fazer projetos: leve com vontade e faça algo que valha a pena ser colocado em currículo. Tenho trabalhos da faculdade que eu me orgulhei tanto que estavam no meu currículo e enfatizava nas entrevistas.

O bom de participar de grupos do mercado no Facebook é que sempre surgem umas oportunidades de participar de projetos coletivos e isso é, além de um ponto a mais no currículo, uma grande experiência e oportunidade de trocar conhecimento com gente foda do mercado.

Resumo: se você fizer as duas coisas, ir atrás de informação, participar de projetos, criar coisas novas, etc. você vai estar na frente de 90% dos profissionais em seu mesmo nível. Então, o segredo é não ficar parado. Vá atrás, pergunte para os profissionais que já estão colocados no mercado, etc. que logo você vai estar empregado em algum lugar legal.

Efeito Halo em B.I. e monitoramento: um perigo para as análises

By Gabriel Ishida , In

Efeito Halo foi descrito pelo psicólogo Edward Lee Thorndike em 1920 e consiste em você avaliar uma coisa já tendo uma primeira impressão e, assim, selecionar apenas fatos ou fatores que corroboram para sua ideia.

Em B.I., podemos correr o risco de cair no efeito Halo em diversos momentos. Por exemplo, você vai analisar uma campanha já sabendo que ela foi um sucesso. Você tende a selecionar apenas as métricas e os fatos positivos para corroborar com esse resultado, esquecendo que podem ter caminhos a melhorar ou, principalmente, que aquela campanha foi ponto fora da curva. Assim como temos o cenário inverso: a campanha foi ruim e, ao realizarmos a análise, selecionamos apenas os fatos negativos.

Já no monitoramento o caso mais comum é quando estamos focados em monitorar um assunto específico dentro das menções. Quando focamos o olhar, tendemos a achar que o volume de menções daquele assunto é muito maior do que realmente é. O problema do efeito Halo no monitoramento é que não paramos para olhar o universo de menções. Apenas vamos nos focando no assunto específico e achamos que está vindo muitas menções, principalmente quando estamos em cima de uma crise.

Sendo assim, para evitar o máximo cair nesse raciocínio, busco seguir algumas técnicas:

Comparação com outras campanhas


Para entender se a campanha foi realmente um sucesso sem apenas olhar os fatores positivos, eu busco analisar o histórico de campanhas, ponderando pelo investimento e mecânica (mídias usadas, objetivo, etc.). Provavelmente na análise dessas campanhas antigas, terão pontos que foram explorados e, assim, vai te fazer olhar para os mesmos pontos, evitando apenas analisar os pontos positivos.

É batata: se um relatório antigo diz que a campanha apresentou vários influenciadores postando sobre a ação de forma espontânea, você vai ficar curioso em olhar, para seu relatório atual, se aconteceu a mesma coisa.

Ser "do contra"


Usando uma expressão, seria ser o "chato do rolê". Se todo mundo está falando que a campanha foi um sucesso, seja a pessoa chata que vai dizer: mas deve ter algo a melhorar. Tendo esse pensamento, o efeito Halo vai ser aplicado de forma inversa: você vai direcionado a achar o que pode melhorar, mas tome cuidado para não desvalorizar o que foi positivo.

No caso de monitoramento, seria a pessoa que, no meio da crise, resolve olhar as coisas sob uma perspectiva otimista: "não está tão ruim assim, vamos ver quanto que essa crise representa no buzz da marca no momento".

Resumindo, o analista deveria ser o portador da frase "Não é bem assim..."

Entender e criar parâmetros corretos


É muito fácil cair na tentação, através da observação superficial, de que algo está muito bom ou ruim. Deve-se parar e buscar mensurar aquilo que está analisando para entender a dimensão. Tendo isso, levante o histórico e busque entender se aquilo realmente é acima do normal. Dá para fazer um post só sobre como traçar parâmetros, mas entenda que não podemos cair na ideia de "dar uma olhada" e ter uma opinião sobre a dimensão da análise.

Exemplo: vemos que o buzz subiu de 30% para 40% de menções negativas. Já aqui, sentimos o efeito Halo ao perceber que algo deu errado. Quando vamos direcionar a análise, vamos diretamente no buzz negativo verificar o que aconteceu. Contudo, o parâmetro correto aqui é entender que o percentual é influenciado pelo volume. Ao olhar o volume total, vemos que caiu devido a redução do volume de menções positivas que, por sua vez, havia crescido no período anterior devido a uma promoção de vendas. Ou seja, na análise correta, deveríamos olhar, após verificar o percentual de buzz, o volume total e traçar o parâmetro de análise, chegando no histórico da marca.

Resumindo tudo, temos que ter muito cuidado com pré-análises que fazemos ou recebemos de terceiros, pois tenderemos a fazer análises baseadas neles. E lembre-se: se você se policiou e tudo deu certo, então realmente a campanha foi um sucesso!



Post dedicado a minha amiga Letícia Cabral

A pesquisa de profissional de inteligência em mídias sociais

By Gabriel Ishida , In , , ,

Pelo quinto ano, foi apresentado os resultados da pesquisa sobre o perfil do profissional de inteligência em mídias sociais. Organizada por Júnior Siri, a pesquisa visa mostrar o panorama do nosso mercado, entender características regionais e, principalmente, identificar lacunas e dificuldades que enfrentamos. 


[Pesquisa] O profissional de inteligencia de mídias sociais (2015) from Júnior Siri

E é com grande alegria que anuncio, pelo segundo ano consecutivo, que estou na lista das principais referências dos profissionais na área. Fico extremamente contente que, novamente, meus colegas de área depositam suas confianças em meu trabalho e só me motiva a continuar postando, publicando, dando aulas, oferecendo palestras e todos os tipos de ações para fomentar nosso mercado.

Contudo, a maior alegria foi ver que nosso projeto Atlas Media Lab também foi citado como uma das principais referências em ensino sobre mídias sociais. Fiquei extremamente orgulhoso do projeto que eu, Fernando Collaço e Marcos Singulano construímos nesses três anos e o reconhecimento do nosso trabalho foi mostrado pelos respondentes. Só nos motiva a continuar inovando e trazendo a melhor qualidade possível com preços acessíveis em uma filosofia que vai contra diversas escolas por aí.

Muito obrigado a cada um que depositou sua confiança em mim e no nosso projeto. Em 2016 prometemos melhorar cada vez mais!

Minha entrevista para o Social Analytics Summit 2015

By Gabriel Ishida , In ,


Dei uma entrevista para a Mariana Oliveira e Tarcízio Silva (curadores do evento) para falar um pouco do que irei abordar durante o debate sobre o lado do cliente na área de monitoramento e métricas.

Falei um pouco das dificuldades que clientes e agências possuem para fazerem um bom trabalho e ambas partes saírem satisfeitas. Durante o debate, trarei mais detalhes e exemplos de como as agências podem trazer melhores resultados e informações mais assertivas para os clientes.

O link original está aqui.

Aproveito para lembrar que ainda há ingressos para o evento e se você usar o código ish05sas você ganha 10% de desconto. Então. entre agora no site e já garanta o seu.

Nos vemos lá!

A nova forma de jornada do consumidor da McKinsey

By Gabriel Ishida , In , , ,

A McKinsey lançou uma versão renovada de sua famosa jornada do consumidor (já comentei sobre isso aqui). Nessa nova versão, está mais aprofundada a parte sobre preferência pós-consumo, ou seja, a relação entre a experiência do consumidor e o produto.



O que basicamente a nova versão nos diz é que existem marcas que não passam pela fase de consideração e avaliação pela força que possuem. O consumidor a considera e, imediatamente, realiza a compra, demonstrando a fidelidade. O artigo cita quatro fatores que ajudam as marcas a saírem na frente nessa nova jornada:

Automação: tornar a vida das pessoas mais fácil e simples através de tecnologia. Citam o exemplo do aplicativo de banco que permite que cheques sejam descontados através de reconhecimento de foto.

Personalização proativa: não esperar que o consumidor peça e sim já direcione um caminho customizado ou ofereça uma experiência única. Amazon faz isso bem, já te sugerindo produtos que possuem relação com seu histórico de compra.

Interação contextual: entender em qual momento o consumidor está na jornada para orienta-lo ou surpreende-lo. Exemplo: mostrar informações sobre a entrega de um e-commerce ou, após a compra de uma passagem aérea, sugerir hotéis e aluguel de veículos.

Inovação na jornada: buscar prever e oferecer serviços adjacentes para gerar valor ao negócio. Exemplo: companhia aérea já reservar um táxi para o passageiro em seu destino para não gastar tempo nisso.

Vale destacar o papel das mídias sociais nisso. É através do monitoramento que conseguimos identificar as lacunas que os usuários sentem durante a experiência de consumo. Ter esses insights direto do público ajuda a empresa a se preparar para esses quatro fatores. Via monitoramento, conseguimos:


  • Identificar se a tecnologia da marca está facilitando a compra do consumidor através de elogios ou comentários dos usuários;
  • O monitoramento de perfis ajuda a traçar o que o usuário costuma postar, como ele interage com o conteúdo em rede social, podendo abastecer um CRM e fazer ações mais assertivas;
  • Cruzando com dados de CRM e web analytics, conseguimos identificar se o usuário está satisfeito com a experiência de compra através de conversas com amigos ou menções em redes sociais;
  • Identificar oportunidades através de sugestões e opiniões dos usuários sobre o serviço e o produto da marca.
Sempre importante entender a jornada do consumidor dentro do seu objeto de análise para que você entenda onde estão as oportunidades e, principalmente, os insights que irão contribuir para o sucesso de sua marca.

Prêmio Share 2015 - Profissional de Monitoramento e Métricas

By Gabriel Ishida , In ,


Com grande honra que fui indicado entre os finalistas do prêmio Share na categoria Monitoramento e Métricas. Fiquei bastante feliz pelo reconhecimento e por ter sido escolhido dentre jurados muito fodas (como a Jacqueline Lafloufa (nossa professora no Atlas), Felipe Leon e o Marcel Bely).
Mesmo que eu não ganhe, o fato de ser lembrado dentre tantos profissionais FODAS já me deixa bastante feliz e me mostra que estou no caminho certo: continuar pesquisando muito, aprendendo cada vez mais, dando aulas/palestras (que eu amo!) e, principalmente, compartilhar o que eu aprendi.
Tenho consciência de que a responsabilidade fica cada vez maior e as expectativas também, mas me dá um prazer tão grande ver esse reconhecimento que me dá combustível para continuar trabalhando e muito!
Muito obrigado aos jurados pela confiança e aos meus colegas de área pelo carinho. Agradecimento especial aos meus dois sócios no Atlas Media Lab (Fernando e Marcos), pois sem eles muita coisa que eu gostaria de fazer não teria saído do papel. E também a todos meus amigos e familiares pelo apoio, pelo incentivo de todo dia, não só de hoje, que vibram com minhas conquistas.
E também a você, que acreditar que eu mereça tal reconhecimento, votando nesse link abaixo:

Social Analytics Summit 2015: estarei lá!

By Gabriel Ishida , In ,

Com muita alegria que anuncio minha participação no Social Analytics Summit 2015 a convite da Media Education. Estarei no painel "Do outro lado da mesa: como entender as demandas dos clientes" juntamente com meu colega Wesley Muniz (Bradesco) para falar da nossa transição de agência para cliente. Espero trazer um pouco da minha experiência e aprendizado que adquiri nesses cinco meses de Pernod Ricard.

A grade está sensacional, com muitos nomes bacanas e destaco a participação de Raquel Recuero, uma das principais pesquisadoras em mídias sociais do Brasil.


Como sempre, tenho um cupom de desconto para quem quiser fazer sua inscrição tanto no evento quanto no workshop. Basta digitar ish05sas na hora de fazer sua inscrição ara conseguir o desconto. Para mais informações e inscrição, acesso o site do evento: http://socialanalyticssummit.com.br/

Agradecer imensamente ao Tarcízio Silva e Mariana Oliveira, curadores do evento,  pelo convite e também a Alexandre Formagio da Media Education. Espero corresponder as expectativas.

O papel das mídias sociais em pesquisas de mercado

By Gabriel Ishida , In , ,

Trabalhando mais próximo da área de pesquisa, pude perceber melhor como as mídias sociais podem contribuir para a pesquisa de mercado. Primeiramente, notei que a principal função é mais qualitativa do que quantitativa, ou seja, as mídias sociais ajudam mais na exploração ou validação de hipóteses. Bom lembrar que o papel da pesquisa offline (entrevistas em profundidade, exploração em campo, grupos de foco, etc.) ainda é bastante importante para a área, mas as mídias sociais são outras importantes fontes de dados. Sendo assim, vou tentar mostrar alguns casos em que as mídias sociais podem ajudar qualitativamente ou quantitativamente na área de pesquisa.
Importante: essas são AS MINHAS IMPRESSÕES como visão de cliente.

Casos em que acredito que as mídias sociais são importantes qualitativamente:

Entender ocasiões de consumo

Fotos como essa podem nos mostrar quais momentos os usuários mais gostam de postar sobre o consumo de whisky

A primeira coisa que devemos lembrar é que as mídias sociais são lugares em que as pessoas escolhem o que querem expor, ou seja, para diversos casos, entender ocasiões de consumo de algumas áreas pode não trazer resultados significativos ou que sejam minimamente fidedignos com a realidade (exemplo: dificilmente alguém vai expor a ocasião de consumo de papel higiênico).
No exemplo acima coletado no Instagram, conseguimos entender que whisky está associado ao consumo em baladas, ou seja, talvez a melhor ação para uma marca desse segmento seja patrocinar festas ou casas noturnas, por exemplo.
Também vale observar o teor das menções em outras redes. No Twitter, as pessoas costumam comentar sobre seus consumos também. Em grupos e fanpages, principalmente das marcas, dependendo da marca, os usuários gostam de expor quando consomem o produto e em quais contextos. Todas essas fontes podem validar hipóteses ou embasar uma pesquisa offline.

Verificar atributos de imagem ou funcionais

Um pouco mais difícil de se conseguir, mas é possível: podemos tentar traçar atributos que o público associa sua marca e concorrentes. Por exemplo: tênis de corrida da Nike são mais associados a durabilidade, custo-benefício ou conforto? Roupas da Lacoste são sempre associados a luxo e aspiracional? Verificando esses atributos, a marca consegue comparar com sua comunicação e plano estratégico para entender se o público está reagindo de forma esperada.

Tendências de apropriação

Utilização da garrafa de Jack Daniels como outros usos, abrindo oportunidade para novos produtos

Marcas muito icônicas costumam ser apropriadas de forma natural, mas podemos entender também para apropriações em contextos (exemplo: piadas e memes) ou também em novos usos. Por exemplo, de forma negativa, algumas pessoas utilizam Coca-Cola para desentupir canos. Ainda na área de bebidas, podemos identificar novos tipos de consumo, como misturar Coca-Cola com Jack Daniels, Absolut com licor, etc.


Agora o que recomendo para as mídias sociais serem usadas quantitativamente:

Share of Conversation

Saber como sua marca está gerando conversações perante seus concorrentes diretos ou indiretos é uma boa forma para saber, por exemplo, se sua marca está sendo lembrada ou considerada como pauta de conversas.
Dá para comparar também com métricas de admiração. Por exemplo, uma marca pode gerar muitas conversas, mas será que converte isso em adoração e lovebrands? Também dá para entender o que geram essas conversas, a ponto de direcionar pesquisas offline ou outras ações.

Recall de campanhas

Combinada com uma pesquisa offline, as mídias sociais podem oferecer um cenário de quão engajadora foi sua campanha nas mídias sociais em termos de mídia espontânea. Tomadas as devidas precauções metodológicas e premissas dos dados, dá para ter uma noção se a campanha reverbera ou se fixou na memória do público.
Por exemplo: Kuat é lembrada até hoje (quatro anos depois) da campanha do Funk no Iate. A P & G é lembrada pela emocionante campanha para as Olimpíadas de Londres envolvendo mães.

Conexão com a marca em ações com influenciadores


Você contrata um influenciador para ele participar de uma ação. Ele posta em seus canais e vem um monte de interações. Mas como saber que essas interações agregaram para a sua marca? Usando o social listening, você coleta os comentários e a mídia espontânea gerada em torno dele para entender se a audiência desse influenciador associou-o com sua marca. Não adianta você contratar uma celebridade se toda vez que ela postar qualquer coisa, sua audiência comenta "te amo", "me segue", etc. Aparenta que a audiência não está ligando para a associação e sim só com a figura do influenciador.


Esses são alguns usos que já identifiquei e tenho tentado colocar em prática no meu dia a dia. Ando meio ausente por aqui, mas agora terá um post por quinzena.

Pesquisa sobre os profissionais de Monitoramento

By Gabriel Ishida , In , , ,

Sim, eu sei que está faltando atualização por aqui. Mas juro que logo as atualizações do blog voltarão ao normal. Estou numa fase de transição profissional (mudei para a Pernod Ricard para trabalhar com pesquisa) e também estou, felizmente, cheio de aulas e cursos para dar pelo Brasil :) Então, logo quando as coisas acalmarem, voltarei com novos posts.

Imagem: tirado do blog do Tarcizio Silva

Voltando ao título do post, novamente nosso querido Júnior Siri está promovendo a pesquisa com os profissionais de Monitoramento em Mídias Sociais. Seria legal se você, profissional que não está em São Paulo-capital, respondesse a pesquisa para termos uma visão mais ampla do mercado fora daqui.

Para responder, clique aqui: http://bit.ly/PesquisaInteligência

Para quem quer relembrar os dados da pesquisa passada, abaixo está o slideshare.

Apresentação sobre Inovações em Social Analytics

By Gabriel Ishida , In , ,

Ontem, tive o prazer de participar do Digital Day, organizado pela CI & T em Campinas. Fui convidado para falar de novidades, tendências e inovações dentro de Social Analytics. Falei inclusive sobre o polêmico Facebook Topic Data e dei minha opinião sobre o assunto (se você não sabe, eu a escrevi aqui)

Abaixo, segue minha apresentação.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...