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Parceria com Ecommerce School

By Gabriel Ishida , In , ,


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A humorização das marcas nas mídias sociais

By Gabriel Ishida , In , , , ,

Em qualquer curso sobre mídias sociais, um bom professor vai reforçar que essa mídia não pode ser tratada de forma isolada do restante do mix de comunicação: assim como ela possui características próprias (possibilidade de relacionamento com o público e feedbacks rápidos), ela também complementa e potencializa a comunicação da marca como um todo. Ou seja, um planejamento deve entender as mídias sociais como parte de um todo, de uma estratégia geral e, principalmente, de uma mensagem única, orgânica, que corresponda aos valores e posicionamento da marca.

Fonte: Midiatismo

Ultimamente, tenho observado que muitas marcas com histórico posicionamento percebido pelo público tem ingressado de forma incisiva nas mídias sociais, mas que tem usado isso como uma forma de abordagem "humorística" ou diferente dos valores conhecidos. Um exemplo recente é a nova propaganda da Oral B, com o Rodrigo Faro.

Se vier na sua cabeça as propagandas dessa marca, você vai lembrar daquelas que os "conceituados dentistas" recomendam a marca, "testado e aprovado" por especialistas, etc. ou seja, uma imagem de excelência, de seriedade do produto, de alta performance. Mas aí a marca produz uma propaganda, com forte apelo humorístico e bastante veiculado nos canais sociais, abordando a associação entre a marca e "bom hálito para o Carnaval". Pode ser o início da mudança no posicionamento da marca, mudar a forma como o público deve enxergar, mas se tomarmos como base o histórico e observarmos essa propaganda, os posicionamentos não batem, ou seja, a comunicação não está sendo orgânica e única.

Quem diria que uma marca que fez essa propaganda há menos de dois anos faria uma propaganda como essa com Rodrigo Faro?

Tem outros exemplos por aí, só parar para perceber. A pergunta é: quais os sacrifícios para uma marca mudar sua comunicação afim de conseguir mais visibilidade? Quais os riscos em se buscar "viralizar" uma propaganda que não condiz com o posicionamento da marca? A primeira resposta que me vem à cabeça é justamente a percepção de marca. Fico imaginando daqui um tempo, quando for realizada uma pesquisa desse tipo, qual a percepção que o público vai ter da marca. Alguns vão dizer "excelência", algumas outras como "engraçada", etc. ou seja, cadê a consistência? Cria-se uma confusão na cabeça do público e talvez para consertar isso saia muito caro.

Não estou dizendo que uma estratégia como essa nunca vai funcionar. Acredito que depende muito da forma de abordagem e dos futuros rumos dentro da estratégia. Mas acho que ainda existe muito o mito de que mídias sociais é lugar apenas de diversão e entretenimento, ou seja, que só coisas humorísticas funcionam. Social Media é um canal como a TV, o rádio, o jornal, o outdoor, etc. A mensagem que vai ser transmitida ali vai impactar o público da mesma forma como qualquer outra mídia. Uma das coisas mais absurdas que já vi é uma marca fazer vídeos de humor no Youtube promovendo o produto, mas quando entramos no site, há um design de luxo, de excelência, nada a ver com humor. Às vezes chega até a confundir o público.

Não é à toa que a Coca-Cola é sempre case bem sucedido em marketing. Ela mantém um posicionamento e uma comunicação totalmente sintonizada em todos as mídias. Ou seja, sabe o que está fazendo e sabe que Social Media não é só brincadeira.

Ask.fm Midializado

By Gabriel Ishida , In


Pessoal, agora temos um Ask.fm para responder dúvidas sobre transmídia, mídias sociais, design digital e comunicação. O que não soubermos, pesquisaremos para descobrir.

O endereço é http://ask.fm/midializado

Previsões para Social TV em 2013

By Gabriel Ishida , In , , ,

(o post se resume a comentários sobre o artigo publicado no Lost Remote, intitulado "Nine predictions for Social TV in 2013". Não há necessidade de se ler esse artigo para entender o post, mas é recomendável para entender todo o contexto)

Eu considero que 2012 foi o ano da entrada do Social TV nos círculos de conversa no marketing digital. Vendo os principais eventos da área no mundo e até mesmo aqui no Brasil, percebe-se uma atenção exclusiva sobre o assunto, além do surgimento de cases e campanhas baseadas nesse recurso. Sendo assim, concordo com o terceiro ponto do artigo do Lost Remote que diz que 2013 será o ano da popularização do Social TV. Não só pela adoção popular, mas também por conta da disseminação das Smart TVs e o investimento maciço em aplicativos para mobile que se integram com o conteúdo televisivo.


O "abismo" entre os Early Adopters e o Early Majority: é a fase atual do Social TV, de acordo com o artigo no Lost Remote

O segundo ponto do artigo também é interessante. Acredito que a ascensão de plataformas que busquem mensurar o engajamento e o consumo via outras mídias seja tendência vinda de uma necessidade atual. A Nielsen criou o Twitter TV Rating para metrificar os programas televisivos, visando entender o engajamento dos usuários e, assim, criar uma alternativa à contagem de audiência de espectadores. Não é surpresa surgir ações como essa, pois o próprio Ibope aqui no Brasil já está planejando a metrificação da audiência vinda de tablets e smartphones. O fato é que os dois movimentos sinalizam o consumo multiplataforma: de acordo com uma pesquisa do Google, o tempo gasto com mobile/PC está chegando muito perto da TV.

Tem como não considerar a audiência vinda de mobile?

Finalmente, os três últimos pontos do artigo são os mais interessantes, ao meu ver. O mercado de vídeos online vai se acirrar bastante com a entrada da Amazon. E estou curioso sobre a forma de negócio que os players desse mercado irão utilizar. Creio, assim como o artigo aponta, que o aspecto social será prioridade: indicações de amigos, modelos semelhantes ao "Sponsored Stories" do Facebook, serão utilizados por essas empresas para manter o público e vender seus produtos. E com certeza será necessário pensar em técnicas baseadas no Design Responsivo para atender satisfatoriamente todas as plataformas de mídia. Além disso, o VRM (Viewer Relationship Manager) adotará algumas técnicas do seu pai CRM e teremos experiências de consumo personalizadas para cada usuário, sem dúvidas.

E para complementar: o Brasil tem tudo para entrar forte em Social TV. A proximidade com a Copa em 2014 vai gerar um boom de vendas e ações promovendo Smart TVs, smartphones e mobile em geral. Juntamente com o crescente poder econômico da população, temos um cenário de consumo potencial muito forte para estimular a experimentação de ações que integrem web, mobile e TV. É aguardar para ver se tudo vai se concretizar.

Recomendação de leitura: o artigo de Brian Solis chamado "We Are Now a Society of Multi-taskers and Multi-screeners" de onde tirei as imagens utilizadas.

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