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Transformando seu texto em curvas

By Marcos Singulano , In , , , ,

Pra fecharmos nossa conversa sobre tipografia e o ano de 2010, o post de hoje pode ser considerado mais uma dica do que uma opinião ou um artigo sobre algum assunto.



Falei bastante de tipografia, de cuidados que você tem que ter na hora de montar seu site e até algumas curiosidades sobre a famosa Helvetica. Muito bem, para exemplificar o assunto de hoje vou contar uma história rápida sobre uma das entrevistas que fiz este ano.

Meu primeiro currículo foi feito no clássico Word como muitos outros por ai, mas olhando pela internet e vendo algumas referências pensei numa coisa que hoje para mim é óbvia, mas na época não era: eu estava procurando um emprego na área de criação e design, então nada mais lógico elaborar um currículo num software gráfico, isso porque chama mais a atenção e ainda posso mostrar logo de cara um pouco do que sei fazer para a pessoa que irá me avaliar.

Ok, ralei, planejei e montei meu currículo. Mandei para uma vaga, fui chamado para a entrevista e quando cheguei lá o entrevistador abriu o PDF do meu currículo na tela e o texto todo estava mais ou menos assim:
"M@rc s SinGuLa o Ponz oni". As letras estavam todas trocadas, faltavam acentos e cedilhas. Enfim, um desastre e ainda tive que fazer cara de desentendido.

Qual era o problema? A fonte obviamente. Eu usei helvetica para montar o currículo e simplesmente não pensei que muito provavelmente o entrevistador não teria essa fonte instalada no computador e por isso o PDF ficou comprometido.

Beleza e qual a solução pra isso? Ai que entramos finalmente no assunto desse post que é a incrível transformação do seu texto em curvas. Isso funciona bem para arquivos em PDF (sejam eles para visualização na web ou para impressão) e arquivos abertos (formatos nativos de programas como Illustrator - AI - , Photoshop - PSD - , Corel - CDR - etc..). Basicamente a ideia é transformar o texto em uma imagem vetorial (lembra? imagem vetorial? bitmap? Não? Dá uma olhadinha AQUI) para que assim as fontes passem a ser lidas como imagens e logo não sofram distorções ou perdas de dados quando lidas em outro computador.

Isso porque você deve sempre (SEMPRE MESMO!) pensar em que vai receber o seu produto, seja ele qual for. Como o entrevistador iria adivinhar que ele teria que ter a fonte helvetica instalada no computador dele para conseguir ler o meu currículo direito?

Por isso ao converter seu texto em curvas, você garante que seu arquivo seja aberto com segurança na maioria dos computadores espalhados por ai.

E como fazer isso? É bem simples e rápido. No caso de programas do pacote Adobe (principalmente Illustrator e InDesign) basta finalizar todo seu arquivo, selecionar todo o texto existente no trabalho e ir para o menu Type (Tipo) -----> Create Outlines (Converter texto em curvas) e pronto. Você vai ver que a caixa de texto vai desaparecer e vão aparecer inúmeros pontos e linhas em volta do seu texto. Pronto. Seu texto está convertido em curvas.

No caso do Corel Draw, que ainda estou aprendendo, na hora de exportar e fechar seu arquivo em uma das abas de opções você encontrará a opção "exportar texto em curvas", então é só assinalar a caixinha e pronto.

Muito simples não? Outra dica que dou é salvar uma cópia do arquivo com o texto em curvas e outra com o texto "normal" isso porque depois de convertido o texto não pode ser alterado, então mais fácil guardar uma cópia do original, não é?

E por hoje é isso. Um Feliz Natal (atrasado!) e um excelente 2011 para todos nós! Muito obrigado por acompanharem nosso trabalho esse ano e continuem nos acompanhando em 2011.


Data Visualization - a formação de dashboards

By Gabriel Ishida , In , , ,

Hoje, por conta do clima natalino e de fim de ano, o post será mais audiovisual do que textual.  Ainda fazendo um gancho com meu post sobre exemplos de dashboard, nesse post irei apresentar algumas idéias e novidades no campo de Visualização de Dados (=Data Visualization).


Um dashboard nada mais é do que uma visualização de dados ou informações (obs: informação é um dado processado). Só que sempre pensamos que um dashboard é apenas um gráfico bem feito. Não é verdade.

Um dashboard é qualquer forma de visualização. Gráfico é o mais comum, mas mesmo sendo gráfico, podemos ter diversos tipos e formas. Na realidade, ao meu ver, dashboard nunca deve ser estático. Ele deve ser flexível, dinâmico e, o mais importante, de claro entendimento.

Sendo assim, separei alguns exemplos interessantes de Data Visualization. Estão em ordem de importância, para caso você não queira ver todos. Mas, antes disso, recomendo que você leia meu post sobre a importância do Business Intelligence para a análise de Buzz no blog da Direct Performance, pois lá explico a importância de ter os dados e as informações organizadas e disponíveis para análise.

- Qwiki (www.qwiki.com)

Essa ferramenta foi apresentada no TechCrunch (fonte: Brainstorm9) e promete revolucionar a forma como fazemos as buscas por informações. Eu já criei uma conta no site e por enquanto ainda não descobri direito como é a dinâmica de coleta e processamento dos dados, mas é surpreendente. Veja o vídeo e depois entre no site.


Qwiki at TechCrunch Disrupt from Qwiki on Vimeo.


- A apresentação de David McCandless no TedTalks.

David McCandless faz uma verdadeira aula sobre análise horizontal e formas de visualização de dados. E mostra que as informações estão disponíveis. Basta pensar na melhor forma de visualizá-las. Com certeza são 18 minutos que mudam nossa forma de ver o mundo. Disponível para download e com legendas em Português.




- Kuchera-Morin apresenta a AlloSphere no TedTalks.

JoAnn Kuchera-Morin mostra uma nova forma de visualizar dados científicos, utilizando outros sentidos além da visão. É bem curto, com seis minutos e com legendas em Português.




É isso. Feliz Natal e Próspero Ano Novo para todos!

Se não souber o que usar, use Helvetica

By Marcos Singulano , In , , ,

Continuando um pouco mais nosso papo sobre tipografia, hoje vou falar da famosa HELVETICA.
Com certeza você já ouviu e viu esse nome por aí, muitos designers gráficos e aspirantes a designers gráficos (como eu) adoram e usam helvetica em praticamente tudo.

Contudo, esses dias estava pensando sobre tipografia e cheguei a seguinte conclusão: "Maravilha, eu adoro helvetica, mas eu sei realmente sua história? Eu mal consigo me lembrar do nome do criador da helvetica!"

Muito bem, por isso esse post (que vai servir mais de curiosidade) é minha tentativa de compartilhar um pouco sobre o que aprendi e encontrei por ai sobre a helvetica e sua história.

Vamos ao que interessa. A Helvetica foi criada por Max Miedinger em 1957, quando o mesmo já estava com 46 anos de idade e trabalhava como freelancer. Na verdade, antes de se chamar Helvetica, Miedinger batizou-a de Helvetia, que significa Suiça (por isso você pode encontrar muitas obras pela internet feitas com a bandeira da Suiça e a fonte helvetica).

Max Miedinger projetou a helvetica totalmente sem serifa e com um design bastante limpo buscando sempre o máximo de legibilidade, por isso ela é muito usada em sinalizações em grandes cidades, bem como anúncios e cartazes publicitários ( uma curiosidade: a helvetica foi usada como sinalização no metrô da cidade de São Paulo e foi substituída este ano pela helvetica bold).

A grande popularização da helvetica aconteceu nos anos 60 e 70 (onde a frase do título deste post ficou famosa entre artistas e designer gráficos) até a criação da fonte Univers por Adrian Frutiger, o que levou Max Miedinger atualizar o projeto da Helvetica rebatizando-a de Neue Helvetica (que significa Nova Helvetica).

Nos computadores e na web, o projeto de Miedinger é muito popular principalmente em softwares Apple. Caso você tenha um computador com Windows é pouco provável que ele possua a fonte Helvetica já instalada. No caso dos softwares Microsoft, alguns afirmam que a fonte Arial é uma cópia inferior da Helvetica.

Agora, se você quer realmente se aprofundar no assunto e conhecer um pouco mais sobre essa famosa família tipográfica, recomendo o documentário "Helvetica" de Gary Hustwit. O filme realizado em 2007 ( aniversário de 50 anos do projeto de Miedinger), conta a história da Helvetica e também sobre cultura visual e design gráfico em geral. O mais interessante é que o diretor se preocupou em mostrar os dois lados da moeda, ou seja, artistas que defendem e criticam essa fonte tão famosa.

Garanto que depois de ver esse filme, você nunca mais vai olhar para uma placa na rua da mesma maneira.

Além disso, o filme conta com entrevistas com artistas renomados como Stefan Sagmeister e Massimo Vignelli. Se você quiser saber mais sobre o filme, recomendo o site do mesmo AQUI .

Abaixo, um link com mais informações sobre o pai da Helvetica, Max Miedinger, de onde tirei algumas das informações deste post:

Um dashboard (painel) de monitoramento em mídias sociais

By Gabriel Ishida , In , , ,

Acredito que muitas pessoas que leem o blog nunca devem ter visto um dashboard (=painel) de uma ferramenta de monitoramento em mídias sociais. Por isso, nesse post, trago um printscreen do painel do Scup, ferramenta brasileira da Direct Labs.


Nesse painel do Scup, o primeiro gráfico chamamos de gráfico de Trending, ou seja, gráfico de desempenho diário. Nele, temos a divisão entre o volume total coletado (em azul) e os volumes por sentimento (neutro, positivo e negativo). O gráfico em círculo é a participação de cada sentimento no buzz. E, finalmente, o gráfico em barras é o volume total por dia da semana.

Esses são os painéis principais, mas tem vários outros dentro da ferramenta. O que me interessa aqui é mostrar que esses três painéis são os básicos que praticamente 99% de todas ferramentas terão.

Bom, agora vamos para a parte legal. Irei mostrar alguns insights possíveis que podemos tirar vendo apenas esses três painéis. 

Conforme eu já havia falado antes em um post, em qualquer análise em Web você deve considerar o contexto e, principalmente, os elementos offline. Olhando para o painel de trending, percebemos que houve quatro picos de buzz nos dias 2, 6, 8 e 15 de dezembro. E nos quatro picos tivemos um aumento maior nos posts neutros.

Geralmente, em caso de marcas grandes ou médias, um pico de buzz com crescimento de posts neutros são notícias mencionando a marca. Em muitos casos, são notícias de lançamento de campanha, anúncio de patrocínio em algum evento, etc. Quando o pico vem acompanhado de um crescimento de posts negativos ou positivos, geralmente são comentários sobre alguma propaganda, tanto na televisão ou na internet. Nos dois casos, tendo esse insight à vista, é só investigar melhor e ver qual é o motivo dos picos.

O gráfico de círculo é muito importante para sabermos a receptividade das ações da marca em determinados períodos. Por exemplo, no nosso caso, entre os dias 1 e 16, o desempenho foi neutro, ou seja, reforço da marca. Podemos concluir que, provavelmente, foi época de lançamento de alguma campanha ou propaganda, sendo que essa foi noticiada pelos canais informativos. Se for o caso, provavelmente depois desse período começarão os comentários das pessoas sobre essa campanha.

No gráfico de barras, podemos perceber se a marca é associada ao cotidiano ou aos fins de semana. Também podemos perceber quando foram as inserções das propagandas. No gráfico, percebemos que quarta e quinta foram os dias com maiores concentrações. Os dias 2, 8 e 15 caem justamente nesses dias da semana. Ou seja, provavelmente, as propagandas foram inseridas nesses dias ou tiveram maior exposição.

Bom, vocês perceberam que, quanto maior detalhamento das informações, melhores insights surgem. Então, ter uma boa visualização das informações traz muitos resultados e idéias que podem ajudar na análise.

Tipografia para Web

By Marcos Singulano , In , , , ,

Desde que comecei a escrever aqui no Midializado, falei muito sobre imagens, cores e percebi que não ando dando muita atenção para tipografia. Por isso esse post será justamente sobre isso, mais especificamente tipografia para web.

Para vocês, webdesigners ou blogueiros é um assunto que sempre vale gastar um pouco mais de tempo e analisar bem as opções.

Muito bem, você montou seu blog ou seu website e vai começar a inserir textos e artigos. Que fonte usar? Com serifa ou sem serifa?

Vamos devagar. Primeiro, o que é serifa? Se você procurar na wikipédia, a definição que vai encontrar é esta: "serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras". Confuso? Não é tão difícil quanto parece. E com exemplos fica muito mais fácil!

Por exemplo, Times New Roman é uma fonte serifada e Arial (que por acaso é a fonte usada neste blog) é uma fonte sem serifa (o ideal é que vocês pudessem ver as diferenças aqui, mas o blogspot troca a fonte toda vez, por isso faça o teste em qualquer editor de texto do seu computador). Garamond é uma fonte serifada e a famosa Helvetica (usada mais em softwares da Apple) é uma fonte sem serifa. A ideia aqui não é aprofundar muito no assunto, mas sim dar uma noção geral dos cuidados que você deve ter na hora de escolher uma fonte para seu site.

Para web, é quase que regra utilizar fontes SEM serifa para qualquer tipo de texto e para impressos convencionou-se o uso da fontes COM serifa. Porque?

No caso dos impressos, uma fonte serifada é recomendada porque dá a sensação de continuidade para o leitor, pois as hastes unem uma letra com a outra direcionando e facilitando a leitura.

No caso da web, a fonte sem serifa foi escolhida, pois devido a baixa resolução dos primeiros computadores, fontes com serifa pareciam borrões e dificultavam a leitura de sites e artigos na web.

Contudo, isso não é mais considerado uma "regra absoluta", pois devido ao avanço da tecnologia e ao aumento da resolução das telas de computador, hoje em dia alguns sites utilizam fontes serifadas para textos.

Ok, mas e se eu pudesse recomendar uma fonte para seu site, qual recomendaria? Se você pesquisar por ai, vai perceber que a maioria dos sites usam a fonte Verdana como primeira opção. Isso porque ela é vista como de fácil leitura e principalmente como uma fonte que praticamente todo mundo tem instalada no computador. Não adianta você colocar aquela fonte linda e maravilhosa que só você e seu irmão tem no computador, não é?

Minha opinião pessoal é que você opte pela Arial. Isso porque a maioria dos usuários na internet utiliza Windows e você já viu um Windows sem Arial instalada? Com certeza, a maioria dos visitantes do seu site vai ter essa fonte instalada no computador por isso a escolha é mais garantida. Além disso, não é uma fonte rebuscada e difícil de ler.

E o tamanho da fonte? Qual utilizar? Alguns webdesigners consideram algo entre 10 e 13 pixels, outros falam de 12 ou 13px somente. Na dúvida, sugiro que você vá com 12 pixels.

Agora, caso você ainda esteja com dúvida e queira ver na prática como a coisa funciona, recomendo o site www.typetester.org .Muito prático e funcional, o site permite que você compare instantaneamente três fontes diferentes com qualquer tipo de cor, tamanho e alinhamento e veja qual funciona melhor para aquilo que você busca. Ele ainda oferece uma lista de fontes seguras para web e outras padrões Windows e padrões Apple.

Post longo, mas espero que tenham gostado.
Abaixo, seguem alguns links que usei como base para este post:

Ainda faltam alguns links, mas assim que encontrá-los por aqui, atualizo o post. Até semana que vem!

Ferramentas fantásticas (e gratuitas!) de Web Analytics

By Thiago Costa , In , , , ,

Aqui no Midializado falamos pouco de ferramentas. Não temos nada contra elas, muito pelo contrario: uma boa e simples ferramenta pode mudar uma rotina, facilitar uma análise ou gerar um novo modo de encarar um problema.
Por motivos que remontam a nossa época de faculdade, acreditamos que uma boa base conceitual podemos usar melhor qualquer ferramenta. (O Google Analytics é um exemplo neste sentido: ele é tão profundo quando os processos e a visão de quem o utiliza). Mas algumas dicas não machucam ninguém. Então...
Selecionei 4 ferramentas que fornecem, grátis, uma visão analítica de diferentes esforços e projetos possíveis na web – e sempre uma alternativa a cada uma delas. Não são perfeitas, mas são fantásticas ferramentas, que todos deveriam pelo menos testar em um projeto pessoal.
Vale lembrar: estou apenas indicando. Visitem, testem as ferramentas com o que tiverem em mãos. Acredito que possa ajudar a visualizar muitos dos conceitos que discutimos aqui no blog.

Social Media
A melhor: Twitalyzer
O Twitalyzer é fantástico. Sem login, sem cadastro, oferece uma visão geral do seu desempenho no Twitter, com métricas simples de entender, uma interface semelhante ao Google Analytics em termos de simplicidade e organização.
A ferramenta oferece métricas de impacto, alcance, gráficos com o tipo de influência exercido e benchmarking com outros usuários da ferramenta. Minha experiência mostra que as métricas oferecidas pelo Twitalyzer são de mais fácil compreensão para a aquele “cliente chato”.
“Nossa influência era 0,5% e agora temos 16% de influência”. Usem a ferramenta e descubram que esta métrica de sucesso é inquestionável.
A alternativa: Klout
Muitos podem considerar o Klout melhor que o Twitalyzer. Eu mesmo não tenho certeza de qual o melhor. Considero o Klout menos incisivo, mais atraente pra quem gosta de ir a fundo em métricas que nem sempre importam. A interface é mais bonita. Fato: o usuário estará bem servido com qualquer uma das duas.

SEO
Recém-descobri esta ferramenta. Só o que posso dizer: é ignorantemente simples e absurdamente útil. Digite a url do seu site e tenha uma visão extensa do desempenho em relação a diversas variáveis e, mais importante, recomendações sobre o que fazer para melhorar.
Se você está com preguicinha de trabalhar em tudo de uma vez, pode selecionar só o que é mais fácil ou mais relevante para seu ranking nas search engines, a ferramenta diz tudo isso. É simples, é ótimo.
Alternativas:
1 – Google Webmaster Tools: considero mais um complemento do que uma alternativa. Requer a instalação de um código apenas, para que se tenha uma visão técnica dos resultados do seu site no Google.
2 – Suíte gratuita do SEOMoz: possui um conjunto de ferramentas interessantes, principalmente para controle de métricas como “Numero de links para o seu site”, “Pagerank”, etc. Mas requer que o usuário possua um conhecimento de básico a mediano de SEO.

Análise de tendências/ inteligência competitiva
Hoje, quando o Google divulga a lista das palavras mais procuradas no ano, ele basicamente aponta o que foi importante, comentado, popular no mundo naquele ano. Como uma retrospectiva mensurável.
O Google Insights for Search te dá este poder. É muito simples para usar, embora extremamente complexo para dominar e extrair informações valiosas dele. Saber quais são as tendências de busca, em qualquer parte do mundo, é uma informação, acima de tudo, sobre o que pensam as pessoas.
Se bem usado, é quase um guru.
O foco desta ferramenta é em dados puramente quantitativos. Número estimados de visitas do concorrente? Tempo médio no site? Divisão por sexo? Aqui você encontra. Porém: eu não confiaria 100% nos dados; a ferramenta vale mais como guia comparativo. E nem sempre você encontra o site que deseja.

Web Analytics (clickstrem analysis)
Hors Concours: Google Analytics
Sem comparação - por uma série de motivos que explicaremos em futuros posts – dentre as ferramentas gratuitas de web analytics. Com algumas configurações, hacks, e addons faz tudo que uma ferramenta paga faz.
2 alternativas interessantes que ninguém fala (que ainda não testei):
Clicky: Recomendo como teste para um blog, portfólio ou site pessoal com pouca visitação. Nos aspectos técnicos (base de dados, histórico dos dados, etc) tenho lido reclamações sobre a ferramenta. Mas em termos de facilidade de instalação e beleza da interface, a ferramenta é fantástica.
Dois destaques: é real time e tem app para Iphone (apenas na versão paga).
Seevolution: Destaco por ser a única ferramenta de click heat maps (mapa de calor das zonas mais clicadas do site) gratuita que conheço.
Vale a mesma recomendação do Clicky: não use em um site “comercial” ou de grande importância, teste antes. Mas para um designer (ou qualquer um interessado em usabilidade) ter uma visão gráfica de como os usuários navegam é quase um santo graal.
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Bom, encerro aqui minhas dicas! O post ficou meio longo e peguei leve nas gracinhas pra não me desvirtuar dos meus objetivos (ui!): mostrar que vale a pena testar novas formas de aplicar os conceitos; testar novas ferramentas.
Todas as ferramentas indicadas tem em comum a enorme facilidade de instalação em uso. Em alguns casos, basta digitar uma frase/endereço, e clicar em um botão: simples, como as boas análises devem ser.

A importância do Key Performance Indicator (KPI) para as análises em Social Media

By Gabriel Ishida , In

"Indicadores Chave de Desempenho, em inglês Key Performance Indicator (KPI), medem o nível de desempenho do processo, focando no “como” e indicando quão bem os processos de tecnologia da informação permitem que o objetivo seja alcançado" - Wikipedia


Basicamente, o KPI mede como algum processo em andamento está caminhando. E sempre se observando as metas traçadas no Balanced Scorecard (BSC), para ver se os resultados estão caminhando conforme os objetivos e, se não, tomar atitudes imediatas.


Não vou me estender dentro do conceito geral, mas sim no que está dentro de nosso escopo: Social Media.


Em nosso caso, a definição dos KPIs é algo primordial para todo o restante da análise e dos resultados que serão obtidos. Eu digo, com muita clareza, que KPIs bem traçados e definidos são 90% do caminho para resultados satisfatórios. Os outros 10% eu diria que são o processo de análise, ou seja, a parte humana.


Como sou meio "exatóide" para escrever posts, listo aonde o KPI é importante:


- No estabelecimento das métricas que serão utilizadas. Com KPIs claros, utiliza-se as melhores métricas para se acompanhar os resultados. Por exemplo:


Se uma campanha online tem como KPI medir se as pessoas interagem com o game da campanha, as métricas mais recomendadas seriam o tempo médio gasto com o game, através de cliques e controles usados. Ou seja, métricas como visitantes únicos, tempo médio gasto no site, etc. não mediriam o que o KPI traçou. 


Pode parecer óbvio, mas acredite: muitas empresas não fazem/pensam isso.


- Na segmentação da coleta dos dados para as métricas. Novamente colocando o exemplo acima:


Se haver um estabelecimento bem alinhado do KPI, com certeza esse não seria apenas "medir se as pessoas interagem com o game da campanha". Essa pode ser o KPI principal, mas há muita coisa a se definir. Por exemplo, qual é o objetivo da criação desse game? É o usuário jogar todo o jogo e zerar? É ele chegar até determinado nível? É ele usar a ferramenta de compartilhamento, para disseminar o jogo na Web? Enfim, tudo isso depende da vontade dos interessados e deve ser colocado como KPI.


- No custo financeiro e, principalmente, no tempo gasto. É uma consequência dos itens acima. Se você escolhe as métricas mais adequadas, segmenta-as de forma que dão mais clareza ao que os KPIs traçaram, os analistas menos tempo para realizar as análises, já que não vai haver informações demais e desnecessárias, ou seja, tudo que é metrificado e coletado vai ser útil. E como sabemos, "tempo é dinheiro".


- Na análise qualitativa. Tendo os KPIs em mente e bem alinhados, fica muito mais fácil dar foco na análise qualitativa. Como analista, eu digo que, quanto mais direcionada a análise estiver, muito mais fácil e, o melhor, possibilita uma maior visão horizontal. A pior coisa é fazer uma análise estritamente vertical por falta de escopo/KPIs.


 Estou lendo, atualmente, o livro "Como Mensurar Qualquer Coisa"de Douglas Hubbard. Logo futuramente irei postar pequenos comentários por aqui.

Compressão de Imagens

By Marcos Singulano , In ,

Para quem mexe muito com fotografia, ilustrações ou mesmo qualquer outro tipo de arquivo gráfico no computador, provavelmente você já deve ter acabado de trabalhar em um arquivo e pensado: "Maravilha, que formato eu salvo agora?"


O formato de uma imagem varia de acordo com o uso que você vai dar pra ela. Como assim? Por exemplo, se seu arquivo for para impressão você não vai salvar um jpeg de 50kb. Na hora da impressão, a figura vai sair totalmente estragada. Da mesma forma, você não vai salvar o PDF do seu currículo com 5mb para enviar pela web, não é?

Compressão de imagens é um assunto que a princípio é um pouco chato, mas pode salvar vidas se você souber um pouco do assunto. Para este post, resolvi falar de três formatos que todo mundo conhece: JPEG, GIF e PDF.

Antes de tudo, uma sugestão que uso para meus trabalhos e arquivos no computador é sempre manter uma cópia do arquivo original (seja ele em photoshop, gimp, illustrator, corel, enfim...). Parece óbvio, mas já conheci gente que tratava uma foto no computador e jogava o arquivo original fora. Manter o arquivo original permite que você altere alguma coisa caso necessário e também garante que você sempre vai ter o arquivo com sua qualidade original.

Agora, você não vai enviar por e-mail uma foto no formato photoshop com 10mb não é? Por isso, aqui vão algumas informações sobre os formatos de compressão de imagem que listei acima.

1- JPEG ( Joint Photographic Expert Group)
Formato desenvolvido por fotógrafos, para permitir a troca de fotografias e imagens de tom contínuo pela internet através de qualquer sistema operacional. O formato JPEG não aceita transparências e causa uma enorme compressão no arquivo final. O ideal é que apenas o arquivo original seja salvo em JPEG, isso porque um arquivo JPEG perde informações toda vez em que é salvo.

2-GIF (Graphics Interchange Format)
Formato largamente utilizado na web, não causa perdas nem descarta detalhes da imagem, contudo ele possui a limitação de 256 cores. A vantagem do GIF é que ao contrário do JPEG, é possível salvar arquivos com transparência. Ainda, esse formato de imagem foi desenvolvido para consumir o mínimo de memória para armazenamento, edição e ainda para a troca rápida de dados via web.

3-PDF (Portable Document Format)
O formato PDF foi desenvolvido para a troca de dados e publicações eletrônicas. É apontado por alguns estudiosos como o arquivo padrão do futuro, isso porque além de manter a qualidade de imagens tanto vetoriais como bitmaps ele pode conter links e hipertextos. Ele é muito usado hoje em dia para impressão de arquivos em gráfica.

Claro que existem muitos outros formatos como PNG, EPS, TIFF, etc...
Na hora de salvar um arquivo, pense sempre: "Qual o destino desse arquivo?". No caso da web, recomendo JPEG com qualidade de 60 ou 50%, pois o arquivo fica leve e de rápida visualização. Para impressão, recomendo um PDF ou um JPEG com mínima ou nenhuma compressão.

Ah, mas eu salvei um JPEG três vezes seguidas, e não vi nenhuma diferença na tela, e aí? Realmente, as diferenças são imperceptíveis, mas imagine salvar o mesmo JPEG, dez ou quinze vezes e depois imprimí-lo. Você se arrisca?

Caso você queira se aprofundar no assunto recomendo o livro "A imagem digital na editoração - Manipulação, conversão e fechamento de arquivos" de Nelson Martins, disponível na Editora Senac. É um livro muito interessante e muito didático. Recomendo.




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