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Integração: a chave para o sucesso de qualquer estratégia de SEO, Redes Sociais, Web Analytics...

By Thiago Costa , In , , , ,

Aqui no Midializado falamos de muita coisa. Claro, comparando com tudo que existe na internet, não é tanta coisa assim. Mas o fato é que falamos de Social Media, Business Intelligence, Design Digital... enfim, tudo aquilo que está na descrição do blog.

Falamos de muita coisa e muitas vezes falamos como se estas coisas pouco se relacionassem – não me leve a mal, acho que deve ser assim mesmo, do contrário nada faria sentido e nossos posts teriam scroll infinito. Mas um belo dia, mais conhecido como hoje, decidi fazer um post sobre a importância da integração de todas essas e outras tantas “coisas” para que qualquer projeto, ação ou estratégia dê certo na web. Vamos a ele (já começamos, na verdade).

Sem janelas

Geralmente, somos bons projetistas e administradores de nossas vidas – ou, se não somos, temos pelo menos algum arrojo em nosso viver desleixado. Nossas escolhas profissionais se relacionam com nossas escolhas afetivas, pessoais, estilísticas. Não compramos um terno ou um carro sem levar em conta todos os aspectos possíveis; ainda que inconscientemente, analisamos como cada escolha impacta áreas imediatamente correlatas ou não e então decidimos, ainda que a decisão seja um “dane-se tudo”.

Fazemos isso, certo? Certo. Então que diabos de sentido faz criarmos uma linda estratégia de SEO se o site no qual o usuário chega é confuso e feio? Ou então produzir o mais belo site de papel higiênico perfumado do universo, mas não olhamos o que fazem nossos concorrentes enquanto eles, na verdade, estão apostando em e-commerce? Não faz sentido nenhum.

Pouco importa se a empresa em questão administra sua presença digital (não gosto deste termo nojento, mas não conheço outro melhor: é tipo democracia) internamente, ou por meio de uma agência, ou por meio de diversas empresas especializadas em cada tipo de estratégia ou serviço. Pouco importa. Se guiarmos um projeto de, digamos, Web Analytics como se guiássemos um carro sem janelas laterais e sem retrovisor, provavelmente vamos fazer besteira. Essas besteiras acontecem muito e não são nada legais. Como evitar?

Objetivos Claros

Todo mundo quer ser o herói. Se vou traçar uma estratégia de atuação em redes sociais tendo a pensar que esta estratégia vai salvar a empresa, engajar pessoas em torno de uma causa, promover o bem... não há problema: é desta paixão que surgem as melhores e as piores idéias, e da falta dela surgem as idéias medíocres.

Mas então chega a hora de pensar: eu quero realmente promover o bem supremo ou quero apenas vender mais papel higiênico?

Variáveis desta questão são:

  • Eu quero realmente ocupar a posição 1 nos resultados orgânicos do Google ou quero vender mais papel higiênico?

  • Eu quero metrificar o engajamento dos visitantes de São João da Boa Vista ou quero vender mais papel higiênico?

  • Eu quero ter o site mais simples e claro do meu segmento ou quero vender mais papel higiênico?

Acho que deu pra sacar: objetivos claros e únicos.

SEO, Social Media, Links Patrocindos, BI, Usabilidade e Design são apenas meios para se chegar a estes objetivos

Únicos e claros.

Então, como integrar?

Pergunta sem resposta definida.

Já temos os objetivos, pra onde vamos a seguir? Como garantir que os esforços estejam caminhando no mesmo ritmo? Aqui entra a importância absurda de um bom gerenciamento de projetos antes de se fazer qualquer coisa na internet (e durante também). Não é uma tarefa que qualquer Zémané vai conseguir realizar, envolve muito diálogo, bom planejamento, aprendizado constante... e muito mais. Muito mais.

Algumas dicas que podem poupar algum tempo e evitar erros básicos:

- SEO se relaciona diretamente com Web Analytics: é preciso saber a qualidade do tráfego de cada grupo de palavras-chave, de cada mecanismo de pesquisa, dimensionar a concorrência, etc.

- Web Analytics se relaciona diretamente com Usabilidade, Design e Links Patrocinados: os caminhos do visitante no site e suas portas de entrada são pontos fundamentais de uma boa análise e para que esta análise gere resultados.

- Social Media contém/prevê SEO e Web Analytics: redes sociais ajudam na distribuição de links, aumentam a relevância; ao mesmo tempo, devem ser monitoradas e analisadas, pois podem fornecer preciosos insights para qualquer negócio.

- SEO e Links Patrocinados são parte do mesmo universo: os mecanismso de pesquisa. E ambos envolvem a intenção do usuário (ele realizou uma pesquisa procurando por algo, possui um viés). Portanto são estratégias mutuamente complementares.

Estas são dicas extremamente simples. Não contemplam uma série de outras disciplinas de igual ou maior importância em qualquer projeto – inclusive muitas disciplinas offline. Alem disso, de alguma forma, tudo se integra.

Mas é bom recordar: daqui pra frente, toda vez que você ler um post meu sobre como Web Analytics é demais, lembre-se que métricas são números, gráficos são imagens, e análises são textos. O que faz qualquer coisa ser DEMAIS é todo o resto, tudo que a cerca, a suporta e a motiva. Vale também pra sua vida.

por @thiagotcosta.

Rich Black ou Preto Calçado

By Marcos Singulano , In ,

Lembram quando abordamos os sistemas de cor CMYK e RGB? E quando expliquei que CMYK era utilizado sempre em impressões gráficas e o RGB em telas de tv ou computador? Muito bem, hoje vamos nos focar um pouco mais no sistema CMYK.

Pra quem não se lembra, CMYK vem do inglês Cyan, Magenta, Yellow e Black (vem alguns lugares você pode encontrar só CMY, por isso, não se assuste) e é o sistema padrão para impressões gráficas, sejam elas na sua impressora em casa ou em uma gráfica.

Agora, imagine que você fez, por exemplo, um cartão de visita pessoal com fundo preto e colocou uma fotografia também com fundo preto no cartão e na hora de imprimir, você se depara com algo assim:


Reparou como os dois quadrados pretos ficaram diferentes, mesmo sendo da mesma cor? Isso se dá, pois o preto puro ( 0% de Ciano, 0% de Magenta, 0% de Amarelo e 100% de Preto) acaba ficando com aspecto de lavado ou "meio apagadão" como eu gosto de dizer, na hora da impressão.

É ai que entra o fantástico Rich Black ou Preto Calçado para salvar a sua vida. Agora, porque ele é chamado de calçado?

"Calçar o preto" nada mais é do que colocar um calço, ou uma base de cor para que o preto seja jogado por cima, cobrindo toda a área do papel e garantindo uma cor mais intensa para o seu trabalho.

Essa base pode ser feita com 30 ou 40% (eu sempre uso 40%) de qualquer uma das outras três cores do sistema CMYK, contudo na maioria das gráficas usa-se o ciano, que resulta em um preto intenso e levemente acinzentado ou o magenta que dá um aspecto "mais quente" ao resultado final.

Uma outra dúvida que me ocorreu enquanto escrevia esse post era, porque só usamos uma das três cores CMYK? Porque não as três?

Foi ai que encontrei esse POST bem bacana do Ícone Blog que explica direitinho sobre o preto calçado e mais alguns detalhes e preocupações que você deve ter com esse assunto, mas basicamente acrescentar as outras três cores como base para o preto é jogar dinheiro fora, pois a quantidade de tinta usada vai ser enorme, além disso, essa enorme quantidade de tinta dificulta a absorção da tinta preta, que vai ficar "soltando" nas mãos de quem encostar na sua impressão.

Algumas gráficas ou livros dão uma composição pré-definida do Rich Black. Olhando pela internet eu encontrei essas duas:

a) Ciano = 40% , Magenta = 30%, Amarelo = 10% e Preto = 100%
b) Ciano = 60% , Magenta = 20%, Amarelo = 20% e Preto = 100%

No caso, como falei, de uma foto com fundo preto, inserida em um suporte com fundo também preto, o ideal é que você retire o fundo da foto e deixe somente o suporte com fundo preto (calçado! Não se esqueça!).
Parece coisa boba, mas é um detalhe que faz a diferença em qualquer peça de design gráfico.


A apropriação das redes sociais - minha opinião sobre o Facebook

By Gabriel Ishida , In ,

Tudo começou com um artigo postado no Mashable e que sugiro que você dê uma lida (clique aqui), incluindo o estudo em ppt sobre redes no Twitter.


O que eu destaco são os comentários de Raquel Recuero (@raquelrecuero) e esse post em seu blog sobre as características dos sites de redes sociais. Em seu twitter, Recuero afirma que não discorda do estudo na Mashable, mas que as redes sociais dependem de apropriações realizadas pelos usuários e que, por isso, elas tendem a ser voláteis. Ou seja, um site de rede social pode muito bem ser apropriada de diversas formas ao longo do tempo.


Pessoalmente e como observador, percebo que um bom exemplo é o Facebook. Se, há um ano mais ou menos, a migração dos usuários para ele era motivada pelos social games, hoje percebo que a migração ocorre tanto ainda pelo mesmo motivo, quanto pela "descoberta" das redes de conversação e a maior integração da rede com os sites externos (=botão Curtir, por exemplo). 


Percebo que o Facebook entrou na pauta de vez nos briefings de cases em social media. Mas ainda sinto que a questão se prende apenas na criação de Fan Pages. Claro que temos diversas exceções, como os cases premiados do Burger King, mas acho que a mudança de apropriação das empresas ainda não alcançou o mesmo ritmo dos usuários. E, o pior: ainda não temos formas de mensuração definidas ou que abranjam um leque maior de possibilidades. Por enquanto, temos apenas dados fornecidos pelo próprio Facebook, como número de cliques no botão "Curtir" e quantidade de amigos ou membros de um grupo ou fan page. 


O primeiro é um recurso poderoso. Através dele, podemos concluir duas coisas: 


1 - que o usuário foi impactado (=visualizou) o conteúdo, o que já é algo louvável nos nossos atuais tempos;


2 - o mais importante: que o usuário GOSTOU daquilo que viu. Se já é difícil prender a atenção de qualquer pessoa, imagina fazê-la gostar. E ainda por cima conseguir medir esse "sentimento"!


Mesmo tendo isso em possibilidade, insisto: ainda caímos na idéia de criação de Fan Page. Não que seja um recurso limitado, mas acho que, integrado com um leque externo ao Facebook, podemos ter um engajamento e um envolvimento maior dos usuários com o conteúdo. Mas vamos ver daqui um ano como o cenário estará.

Resumo da oficina de Publicação de Trabalhos na Web no FEIA 11

By Marcos Singulano , In ,

Conversando com o Gabriel, concordamos em dar uma resumida no que rolou na quarta-feira passada na nossa oficina sobre Publicação de Trabalhos na Web, realizada durante o FEIA 11 na Unicamp.


Muito bem, nossa preocupação foi passar dicas e cuidados que você deve ter na hora de formatar seu portfólio para web. Pra começarmos, imagine que o recrutador de uma empresa por exemplo, tem 100 portfólios pra analisar em um dia:
1) Ele não vai gastar muito tempo olhando cada um (talvez 10 minutos, sendo otimista)
2) Depois de olhar tantos portfólios, qualquer um que demore mais do que 3 minutos pra carregar, será automaticamente descartado do processo.

Por isso, uma das coisas que focamos muito durante a oficina foi a ideia de que você deve manter tudo o mais simples possível. Evite usar recursos como Flash e acabar deixando seu portfólio muito rebuscado. Na web, o importante é ser rápido e que todas as informações estejam a mão de quem está analisando seu trabalho. Agora, simples não quer dizer mal feito. Dedique um tempo para realizar seu portfólio e selecione cuidadosamente seus trabalhos. Ao invés de colocar 20 trabalhos, escolha os 10 ou mesmo 5 melhores trabalhos que você acha que realmente refletem todas suas habilidades. Gaste dois dias ou uma semana, mas faça bem feito, porque qualidade não significa quantidade. Pense na melhor maneira de transmitir seu conteúdo. Analise as ferramentas (fuçe, mexa, trave, destrave, vire de cabeça pra baixo) que você tem a disposição e veja qual mais se adequa aquilo que você quer transmitir.

Na web, pequenos detalhes fazem uma diferença gigantesca na hora de passar o seu portfólio na frente de tantos outros. Por exemplo, qual você acha que passa uma aparência mais profissional: "www.marcossingulano.sitedeportfolio.com" ou "www.marcossingulano.com"?
Tire uma tarde para elaborar uma identidade visual para seu currículo e portfólio. Algo que mostre um pouco do que você sabe fazer, mas que ainda reflita sua personalidade e seu estilo de trabalhar.
Ainda, aquele "tchans" em html e programação pode te ajudar ainda mais a ganhar destaque, além de mostrar um grande diferencial no seu currículo. Talvez seja hora de fazer aquele curso de HTML que você está adiando a tanto tempo. Tudo isso conta muito.

E depois de tudo isso, quanto tudo estiver pronto. Faça testes. Só não mostre pra sua mãe, porque com certeza ela vai te falar que está ótimo. Procure outras pessoas da área, de preferência pessoas que não te conheçam muito bem e mostre a elas o que você fez ou como seu portfólio está caminhando. Peça conselhos e críticas do que você pode e deve melhorar. Garanto que você aprenderá muito durante todo o processo.

Querendo ou não, durante essa conversa de portfólio, vamos acabar caindo na questão de imagem. Imagem e Design são coisas que caminham juntas e não devem passar despercebidas durante a construção de seu portfólio.
Por isso, duas coisas que você deve sempre lembrar na hora de colocar seu trabalho na web são: resolução de imagem e modos de cor. Como assim?

Resolução de imagem ou também chamado de DPI, garante que seu trabalho fique com uma qualidade razoável, mas que não fique pesado demais na hora de carregar sua página. Os modos de cor mais conhecidos são CMYK e RGB. Beleza e o que eu faço com isso?
Para trabalhos na web tenha sempre em mente isso: Resolução de 72 dpi e modo de cor RGB. Como a ideia aqui não é nos aprofundarmos no que são modos de cor e resolução, você pode acessar esse LINK em que falo um pouco sobre modos de cor e dpi.

Agora, uma dica que dei a todos participantes da oficina é que mantenham duas cópias de todos seus trabalhos. Uma em alta resolução e outra em resolução de web. Isso porque caso você queira imprimir um portfólio offline, resolução de 72dpi não é a mais apropriada para isso. Além disso, eu recomendo que você inclua uma marca d' água em todos seus trabalhos na web, para te proteger de eventuais dores de cabeça com apropriação indevida de conteúdo (infelizmente acontece, falo por experiência própria). Por isso também, é legal manter uma cópia em alta resolução sem marca d' água (caso você queria saber como criar uma marca d'água, dê uma olhada em outro post meu aqui no midializado, através deste LINK).

Ok, agora que você já sabe alguns cuidados que devemos ter na hora de montar um portfólio, dê uma olhada nestas ferramentas e sites abaixo e veja qual se encaixa e funciona melhor pra você:

Tumblr - www.tumblr.com (excelente site para blogs com estilo minimalista)
Carbonmade - www.carbonmade.com (site para portfólios online)
Slideshare - www.slideshare.com (site para compartilhamento de apresentações)
Deviantart Portfolio - www.portfolio.deviantart.com (versão "profissional" do deviantart)
Behance Network - www.behance.net (excelente site para portfólio online)
Flavors.me - www.flavors.me (site bem legal, com visual minimalista)
Zuinn - www.zuinn.com.br (site brasileiro para publicação de portfólios)
Vimeo - www.vimeo.com (alternativa do Youtube)

Não esqueça também de outras ferramentas talvez "mais antigas" mas que podem ser bem aproveitadas como Youtube, Facebook, Orkut e MySpace. Considere também a possibilidade de criar um blog como seu portfólio. Eles são uma alternativa mais rápida e eficiente para publicação do seu material.

Agora, o resto depende de você. A maioria dessas ferramentas possui integração com redes sociais e comunidades de discussão. Use e abuse desses recursos. Dê a cara pra bater e exponha seu trabalho por ai, tanto offline como online. Peça opinião de outras pessoas da área ( e esteja preparado para receber críticas!) e vá afinando e melhorando seu portfólio cada vez mais. Alguns cuidados como um cartão de visita (com a URL do seu portfólio) ou uma assinatura de e-mail garantem uma aparência mais profissional.

No mais, tenha paciência e realmente elabore seu portfólio com carinho que com certeza o retorno será garantido.
O post foi longo, mas espero que tenham gostado. Obrigado a todos que compareceram a oficina, a organização do FEIA 11 e lembrando que qualquer dúvida, crítica ou sugestão, vocês podem entrar em contato com a gente no twitter: @marcossingulano ou @gabrielishida


Slides da oficina de Publicação de Trabalhos na Web no FEIA 11

By Gabriel Ishida , In , , ,

Abaixo estão os slides da oficina sobre Publicação de Trabalhos para a Web, realizada durante o Festival do Instituto de Artes 2010 (ou FEIA 11). Tendo uma conta no Slideshare, pode-se fazer o download da apresentação.

Logo mais o Marcos irá fazer um resumo do que rolou durante a oficina.

Criando uma marca d'água

By Marcos Singulano , In ,

Entrando um pouco no espírito da oficina no FEIA 11 na Unicamp semana que vem. Hoje vou ensinar um método rápido, simples e prático de criar uma marca d'água para proteger seu trabalho na web.

Algumas pessoas não vêem tanta necessidade em sair aplicando marca d'água em tudo quanto é lugar, mas acredito que é uma maneira rápida de proteger seu trabalho (infelizmente tem gente ruim por ai) e que não afeta tanto a visualização final do arquivo.

Para este rápido tutorial eu vou usar apenas o photoshop e a ferramenta de texto. Bom, vamos começar.

1) Vamos criar um arquivo novo. O tamanho não importa muito. O importante é manter o fundo da figura transparente. Abaixo você pode ver a configuração do arquivo:


2) Agora que já temos o arquivo inicial, com a ferramenta de texto escreva o que você quiser para sua marca d'água. A cor não é importante.

3) Depois, com o texto escrito, vá na palheta de layers e clique duas vezes em cima da camada com o texto para abrir a caixa de "Layer Style" ou estilo de camadas. Se preferir, você também pode ir no menu Layer -> Layer Style. Em seguida, você deve ver algo parecido com isso:


4) Com essa caixa aberta, vê a opção de "fill opacity"? Ao invés de 100%, deixe-a em 0%.

5) Mas sumiu tudo? De que adianta? Calma, que ainda não terminou. Agora, nessa mesma caixa clique na opção Drop Shadow (mas em cima do nome, não no quadradinho, ok?) e configure a sombra do jeito que achar melhor. Embaixo eu coloquei o jeito que mais gosto de fazer:


6) Muito bem! Estamos quase lá. Feito isso, sua marca d'água deve ficar mais ou menos assim:


7) Antes de finalizar tenha a certeza de que salvou sua marca d'água no formato psd ou qualquer outro que mantenha a transparência para que você possa copiar, arrastar e colar sua marca d'água para qualquer outro arquivo. Abaixo segue uma foto minha com a marca d'água que acabamos de criar:


Uma dica é depois de pronta, jogue-a em uma foto qualquer e veja qual o resultado. A marca d'água deve ficar bem suave, porém legível.

E é isso. Vocês acabam de aprender em menos de 10 passos, como criar uma marca d'água para suas fotos, desenhos ou qualquer outro trabalho que esteja na web.

Espero vocês na oficina de Publicação de trabalhos na web com o Gabriel Ishida, dia 06, quarta-feira no FEIA 11 na Unicamp. Até lá!

Como mensurar influência no Twitter? - Post no blog da Direct Performance

By Gabriel Ishida

É com muita satisfação que publiquei meu segundo post no blog da Direct Performance, empresa de inteligência em Web na qual trabalho, sobre Mensuração de Influência no Twitter. E publico o post na íntegra logo abaixo. Mas antes disso, dois avisos legais: 

1 - Quarta-feira, dia 6, eu e o Marcos, um dos autores do blog, estaremos no FEIA 11,  na Unicamp, ministrando a oficina sobre Publicação de trabalhos na Web. Fiz um post com uma prévia e ementa do que vai rolar na oficina. Leia aqui.

2 - Abriu uma vaga de estágio para Buzz Intelligence, área na qual trabalho, lá na Direct Performance. A vaga destina-se a quem gosta de mídias sociais e tem interesse em aprender análise delas. Mais informações me mandem e-mail para gabriel.ishida@directperformance.com.br

 Agora, vamos ao post.

De Gabriel Ishida

Uma discussão presente desde que se surgiram as primeiras métricas na Web foi a transposição das idéias sobre influência e audiência vindas dos meios de comunicação de massa (tv, rádio, jornal, etc.) para o novo mundo que se criava. Apesar das tentativas de adequação, estava claro que seriam necessárias novas metodologias e abordagens, já que a internet não era um meio como os outros. Sendo assim, foram criadas as primeiras formas de mensuração próprias para o meio interativo, sendo que muitas duram até hoje.


Web Analytics: exemplo de métricas para Web. Fonte: AdvMedia


Com o surgimento do Twitter, houve uma espécie de “back to the past”: o número de seguidores foi rapidamente associado ao status da pessoa. Ou seja, o número de seguidores de um perfil poderia se assemelhar com a audiência de um programa de televisão. Sendo assim, uma pessoa com milhares de seguidores era vista como uma pessoa influente e popular. E, para esse propósito, surgiram milhares de sites que prometiam milhões de seguidores para seu perfil em pouco tempo, sob o preço de ser incluído no “sistema” baseado no conceito de “the million followers fallacy” de Avnit, em que uma pessoa segue a outra e vice-versa, em uma espécie de “etiqueta do Twitter”. Assim, ambos saem “ganhando” na história.
O grande problema é que campanhas de marketing visando o seeding no Twitter levam em consideração justamente o número de seguidores dos perfis. E isso acontece porque não há um indicador eficiente para medir a real influência ou impacto de um determinado perfil. Não que esse número seja irrelevante, mas considerar apenas isso é insuficiente para tirarmos uma conclusão.
Sendo assim, o caminho mais adequado é aliar número de seguidores com volume de retweets, replys e mentions que o perfil recebe. Isso porque a única forma concreta de sabermos que um tweet impactou uma pessoa é justamente qualquer tipo de feedback gerado. Ninguém dá reply ou retweet em um post que não leu, certo? Desconsiderando, é claro, os “robots” programados para detectarem determinadas palavras chaves nos posts e, com isso, gerarem replys para o perfil emissor.



Reply que recebi quando twittei “Darth Vader”


No caso das mentions, basicamente não é uma forma de se medir o impacto, mas sim um sinal de que o perfil mencionado é, pelo menos, lembrado pelo emissor. Também se deve lembrar que, muitas vezes, a mention tem o sentido semelhante ao de um retweet, como no exemplo abaixo:



Perceba que o post se refere à, presumidamente, um post de outro perfil. Não é um retweet, porém não deixa de ser a replicação do conteúdo de um post alheio. Nesse caso, expressões típicas como “via“, “dica” ou “fonte” indicam uma menção como retweet. E geralmente vêm acompanhados de links, assim como 70% dos retweets.
Apesar de todos esses fatores, devemos lembrar a premissa inicial do post: a internet é um meio diferente dos anteriores. Diferentes tanto na forma de mensurar como também na forma de lidar com o público. A web foi feita para
interações e formar relacionamentos. Sendo assim, muito mais do que se preocupar nos números, devemos nos preocupar com o engajamento e nos laços estabelecidos com o público. O resto é consequência!

Fonte: Blog da Direct Performance.

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