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TV Ad targeting do Twitter e a gamificação do Social TV

By Gabriel Ishida

Desenvolvido junto a sua recente aquisição (Bluefin Labs), o Twitter acaba de anunciar sua plataforma de Ad Targeting para os anunciantes da TV. Basicamente, como o vídeo mostra, a plataforma identifica os usuários que estejam twittando sobre o programa ou anúncio durante a transmissão e os conecta com o anunciante, possibilitando um engajamento maior e um leque de ações que podem ser feitas com esses usuários.


Cada vez mais o Twitter se posiciona como esse canal do Social TV, do tempo real. E potencializa uma prática iniciada com o GetGlue, chamada de gamificação do Social TV. A disputa por insígnias (badges), maior volume de checkins nos programas favoritos, etc é a essência do GetGlue e percebemos que essa prática está sendo adotada pelos anunciantes.

Nesse artigo de Gary Hayes, ele lista seis níveis de gamificação do usuário em Social TV.


  • O anunciante fornece elementos sociais na transmissão (exemplo: checkin no GetGlue)
  • Segunda tela sincronizado com a história ou programa (exemplo: aplicativos que façam interações com ações durante o programa, como enquetes)
  • Participação e interação em tempo real dos usuários (exemplo: premiações como Grammy, aonde os posts dos usuários aparecem durante a transmissão)
  • O usuário desempenha papéis do programa (exemplo: games ou aplicativos que colocam o usuário no papel do protagonista ou algum outro personagem)
  • Usuários conectados em tempo real com a atração (exemplo: usuários decidem, em tempo real, as ações do personagem)
  • Usuários se tornam personagens na atração, interferindo na história.
Podemos esperar muitas ações vindo aí do Twitter, principalmente para abocanharem esse nicho de mercado, aonde está constantemente ameaçado pelas TVs conectadas (Smart TVs). Acredito que a grande tendência seja o Twitter oferecendo plataforma e recursos para essas produtoras de TVs e desenvolvedoras de aplicativos para que os espectadores usufruam dos recursos para interação com os programas e anúncios.

Resumo do IAB Social Media Insights 2013 #iabsocial

By Gabriel Ishida , In , , ,


Hoje, dia 14 de maio de 2013, no Centro Britânico em São Paulo, tivemos o primeiro evento de Social Media da IAB Brasil: o IAB Social Media Insights. Com convidados de peso, como representantes do Facebook, Google, Linkedin, Twitter, Socialbakers, de grandes agências e marcas (F/Nazca, Riot, Volkswagen, Skol, L'Oreal, UOL, Likestore, Capricho e NovaPontoCom), o evento apresentou um conteúdo excelente para um auditório lotado.

Acredito que um ponto a ser melhorado para as próximas edições é justamente a organização. Distribuiu-se mais ingressos do que a capacidade do auditório e muitos ficaram sentados no chão. Além disso, alguns participantes reclamaram de problemas nas inscrições, na comunicação entre organização e participantes. Entretanto, os grandes pontos positivos são que o wi-fi estava funcionando muito bem e o coffee break estava muito bem servido, além de ter almoço para todos os participantes, aonde ocorreu as roundtables, ou mesas de discussão temáticas (na qual uma delas - sobre pesquisa - eu coordenei).

O primeiro painel foi do Socialbakers, aonde me decepcionou um pouco, pois ele mostrou dados que já haviam sido divulgados por eles em seus canais. Entretanto, o palestrante citou que possuem planos para melhorarem as métricas de outras redes que agora eles monitoram (como Twitter, Google+ e Linkedin), o que me deixou esperançoso por uma futura integração entre as redes para análise de métricas.

O case L'Oreal feito pela agência Riot mostrou mais uma vez que o crowdsourcing é uma estratégia interessante dentro das ações, pois várias ações dentro de social media da marca são baseadas em pedidos de usuárias. No case Skol da F/Nazca, o ponto mais interessante é que eles possuem dois pilares em digital: serviços e experiência. Eles acreditam que ambos acabam refletindo em social media. Serviços são os recursos que a Skol possui para atrair o usuário, como a Rádio Skol, o Skol GPS e o SOS Churrasco. Experiência é o pilar dos eventos, como Skol Sensation e Skol Carnaval. Uma coisa que me lembrou muito foi que a Coca-Cola possui pilares parecidos.

O quarto painel foi do Linkedin, aonde eles apresentaram o case da Lenovo. Eles mostraram como a segmentação deles por cargos na empresa podem beneficiar as estratégias e, principalmente, gerar vendas ao citar que a Lenovo buscou atingir profissionais tomadores de decisão na compra de equipamentos, ou seja, diretores e gerentes de TI. E mostraram que obtiveram cerca de 20% de aumento no volume de leads.

Após o coffee break, o quinto painel foi do Twitter, aonde mostraram cases envolvendo Social TV e segunda tela. Uma coisa interessante dessa palestra é que senti que o Twitter começa a se posicionar de forma mais firme como esse "extensor" da experiência, ou seja, como suporte e complemento às estratégias de marcas dentro de segunda tela.

Logo em seguida, veio o case de atendimento 2.0 do Ponto Frio, em que o coordenador da área mostrou como realizam os atendimentos, como funciona o esquema de descontos e abordagem de assuntos, etc. E duas curiosidades: são apenas quatro pessoas que cuidam de todos os perfis da NovaPontoCom e eles disseram que venderam cerca de 20 milhões de reais por conta das interações orgânicas (sem mídia paga) em seus perfis sociais. Talvez tenha sido a melhor palestra do dia, junto com o do Twitter.

Depois veio o painel da Likestore, aonde contaram como é o modelo de negócio que oferecem dentro de Social Commerce, aonde oferecem uma plataforma pronta para o lojista criar sua loja no Facebook. A coisa mais interessante do painel foi que eles mostraram que podem ser uma grande ameaça aos comercializadores de ingressos online, como Ingresso.com e Tickets for Fun, porque já fizeram algumas ações com shows e todas foram sucessos.

Após o almoço e roundtables, veio o debate com UOL, Capricho e Parafernalha (representado pelo Felipe Neto) para falar sobre conteúdo para mídias sociais. A Capricho citou que, atualmente, seus patrocinadores não são atraídos por números de vendas ou audiência, mas sim pela presença e relevância da revista dentro do público feminino adolescente. Assim, a Capricho busca produzir conteúdo que esteja agregado aos valores da marca e, principalmente, ao perfil do público-alvo, mantendo essa relevância e também sendo shareable (conteúdo compartilhável). O UOL afirmou que não encara as mídias sociais como concorrentes do seu negócio, principalmente no quesito venda de mídia.

Entretanto, o que mais me surpreendi foi com o Felipe Neto. Pré julguei que ele não falaria nada demais sobre conteúdo em mídias sociais, mas ele falou umas coisas muito interessantes sobre como ele enxerga o Youtube (como uma mídia única, diferente de TV e de mídias sociais) e como é o modelo de negócio que sua empresa (Paramakers) atua. Ele disse que sua empresa atua como produtora de vídeos para o Youtube, produzindo vídeos de Youtubers ou oferecendo suporte para a produção. E, no final, ele e a Capricho trataram de criticar a decisão da Globo de mudar a estratégia de atuação no Facebook.

O nono painel foi do Google, aonde fiquei um pouco decepcionado porque foi basicamente a explicação em 30 minutos do Zero Moment of Truth, um estudo que o próprio Google lançou sobre o novo comportamento do consumidor na decisão de compra.

Após as mini-aulas de possibilidades de anúncio dentro do Facebook, Linkedin e Google+, tivemos a última palestra do evento, que era o case Novo Fusca da Volkswagen. O representante da Volks disse que a campanha teve seu lançamento totalmente promovida no digital, com forte atuação no Facebook (aonde tinha o diretor de negócios junto no palco) e no Youtube. Ele destacou bastante o poder de disseminação da campanha, aonde foi bastante divulgada no Facebook e gerou 1.8 milhões de reais em mídia espontânea.

No geral, achei o conteúdo muito bom e a moderação do Renato Dias, presidente do comitê de Social Media da IAB (na qual eu faço parte) também foi bem boa. Acredito que o objetivo de fazer um evento relevante foi alcançado, mas ainda se pode melhorar em termos de organização e até focar em outros caminhos, como pesquisa (que foi o que mais senti falta) e até um pouco mais de métricas. Mas fico no aguardo pela próxima edição!

Efeito Halo e a análise de influência em mídias sociais

By Gabriel Ishida , In , , ,

Ultimamente tenho procurado ler livros que abram minha mente, que me façam pensar horizontalmente, ou seja, que ampliem minha capacidade de análise não só para meus fins profissionais, mas também para minha vida. Alguns livros eu já publiquei aqui no blog, mas o último que li acredito que tenha sido o que mais me abriu a cabeça: Tudo é Óbvio, desde que você saiba a resposta, de Duncan Watts.


Esse livro de Duncan Watts fala, basicamente, dos erros do senso comum. Tem diversos pontos interessantíssimos, mas alguns me chamaram mais a atenção. Um deles é o efeito Halo.

No resumo, o efeito Halo é quando você analisa uma situação sob o ponto de vista de já saber o resultado ou já ter uma pré concepção. Basicamente, se você já tem uma impressão de que uma pessoa é honesta, a tendência é que você, ao analisar seu comportamento e tendo essa primeira impressão, selecione e filtre os fatos que endossam essa opinião. Ou seja, uma visão pré concebida de uma coisa interfere na análise histórica da mesma.

Vemos muito isso no mercado de comunicação quando analisamos casos de sucesso. Por exemplo, a Apple sempre é referenciada como empresa de inovação e sempre mostrada como exemplo de modelo de negócios bem sucedido. O que raramente acontece é que os analistas esquecem de avaliar outros casos que possuíam modelos semelhantes da Apple e não deram certo. Um grande exemplo disso e é explicitado no livro é o da Sony com a tecnologia Betamax, que possuía os mesmos princípios da Apple e não deu certo.

No caso de social media, uma coisa que o efeito Halo é frequentemente aplicado, além dos cases de sucesso, é na análise de influência. Interessante ressaltar que nesse mesmo livro, Watts discute as ideias de Gladwell no livro O Ponto da Virada, aonde ele detalha o que considera uma epidemia social e o que seria os perfis de influenciadores. Watts argumenta que a influência, sujeita ao efeito Halo, é muito complexa para ser detalhada. Mas listou alguns pontos que podem ajudar a pensar:
  • A influência é temporária. Os influentes, além de dependerem do assunto que atuam, também podem ser influentes ou não em determinados contextos, mesmo dentro da área que dominam.
  • A influência pode não ser realmente uma influência. Nesse caso, ele cita o exemplo de redes menores, aonde muita gente com poucos amigos compartilham entre si, massificando a ideia.
Sob o efeito Halo, sempre tendemos a analisar influenciadores pelas características que eles possuem, mas não pelas as que eles não possuem. Também não tendemos a imaginar esses influenciadores em outros contextos, o que reforça a ideia de que influência pode ser temporária. E o segundo ponto é analisar situações que não houve atuação de influenciadores decisivos. E se a ideia foi a grande influenciadora? Porém, tendemos a sempre pensar (e identificar) esses players.

Tem outras ideias legais nesse livro e pretendo colocar pouco a pouco aqui no blog. Recomendo fortemente para ler.

Entrevista exclusiva com Nicolás Alcalá: "(O Cosmonauta) Tem sido o desafio mais difícil de nossas vidas"

By Fernando Collaço , In , , ,


       No próximo dia 18 de maio uma espaçonave vai ser lançada em Barcelona. Com a estreia mundial confirmada, O Cosmonauta, filme realizado graças aos recursos coletivos obtidos por crowdfunding vê a luz do dia depois de 04 anos. O projeto conta com a ajuda de 5.000 colaboradores de todo o mundo (dentre eles o Midializado), os quais adquiriram produtos e/ou cotas de patrocínio do filme e agora estampam seus nomes nos créditos finais.

 
        O filme conta a história do primeiro cosmonauta russo a chegar à Lua, em 1975, o qual não consegue regressar para a Terra e é dado como perdido no espaço. Porém, por meio de mensagens de rádio ele diz ter conseguido retornar à Terra, mas encontrou tudo vazio. Sua presença irreal e sua voz vão destruindo pouco a pouco o mundo de seus seres queridos.
        O projeto espanhol ainda traz consigo outro diferencial. Todo o projeto é pensado de maneira transmídia, ou seja, aposta em diferentes mídias para expor os diferentes pontos de vista da história que pretendem contar. Com boletins periódicos para todos aqueles que ajudaram o projeto via crowdfunding, os quais pedem ajuda na forma de vídeos, textos e fotos, a produção investe na criação de podcasts e perfis dos personagens na rede social Facebook. Com informações complementares que ajudam o desenrolar da história e engajam os mais interessados pelo universo narrativo apresentado, o filme aposta nessa nova estratégia de comunicação que já se mostra como uma alternativa financeira interessante para o mundo do entretenimento.
      Essa semana o Midializado teve o prazer de entrevistar com exclusividade o diretor do longa, Nicolás Alcalá, que contou um pouco sobre as gravações realizadas e também sobre a expectativa para o lançamento da obra. Abaixo você pode conferir a íntegra da entrevista e, enquanto espera o lançamento do longa, pode passar lá no site e conhecer melhor o misterioso e encantador do projeto.



           
Midializado Mais do que um filme, O Cosmonauta é um sonho coletivo. Como o projeto nasceu e como surgiu a ideia de optar pelo crowdfunding?
Nícolas Alcalá Tudo começou com um falso projeto desenvolvido pelo fotógrafo espanhol Joan Fontcuberta sobre cosmonautas perdidos no espaço. Eu comecei a descobrir um novo mundo de histórias e lendas sobre acidentes secretos e cosmonautas que nunca conseguiram retornar para a Terra ou que haviam morrido durante a reentrada (na atmosfera). A ideia de um ser humano, sozinho, 400 mil km de distância de sua casa, sabendo que vai morrer...isso fundiu minha mente. Eu escrevi várias histórias com cosmonautas, comecei a ler (James Graham) Ballard e um monte de livros históricos e acabei me apaixonando pela corrida espacial, especialmente pela parte soviética. Decidi contar a minha história daquele período com todas as incríveis conquistas, conspirações e momentos épicos. Sobre o crowdfunding, ele apenas fez sentido. O que eu quero dizer é, nós éramos três estudantes quando começamos com isso, em um país onde fazer um filme fora da indústria é quase utópico e querendo fazer um filme de um milhão de dólares, filmado em três países diferentes, com toneladas de conteúdo transmídia e uma estratégia de distribuição revolucionária. Como poderíamos fazer isso com os fundos tradicionais?

Qual a importância do crowdfunding para o audiovisual e como ele pode ajudar as produções de baixo orçamento?
Eu não sou um entusiasta do crowdfunding, pelo contrário, eu acredito de olhos vendados no crowdsourcing. A pior parte é que é exaustivo, consome muito tempo para encontrar dinheiro (ao menos que você seja um produtor de Veronica Mars capaz de erguer cinco milhões de euros em uma semana), além disso, você precisa produzir o merchandising que você vai dar em retorno, é desafiador. Em nosso caso, era ainda mais difícil uma vez que nós não éramos pagos com o dinheiro da produção e trabalhávamos 8h por dia no projeto do Cosmonauta e outras 6h em publicidade para pagar o aluguel. Mas quer saber, eu não mudaria um segundo dos meus últimos 04 anos. Vale a pena por muitas razões: eu fiz um filme, eu fiz o filme que eu queria fazer e eu fiz com (verdadeira) liberdade criativa. Nenhum produtor, distribuidor ou investidor estava em cima de mim falando o que eu deveria ou não fazer (o que às vezes pode não ser tão bom, mas estou feliz que eu tive a chance de experimentar isso, uma vez que poucos diretores tiveram a chance de fazer seus próprios erros e escolhas). Realizei o filme com 5 mil novos amigos que eu fiz na projeto e que estavam lá por mim nas horas boas e ruins e que vão falar do filme muito melhor do que eu mesmo. Tudo isso nos permitiu não apenas fazer o filme que queríamos, mas ser capazes de nos esquivarmos dos intermediários se precisássemos, negociar em nossos próprios termos muitas vezes e distribuir o filme do jeito que gostaríamos. Tudo isso é muito bom. (Jean-Pierre) Melville disse uma vez que nosso primeiro filme deveria ser feito do próprio sangue. Esse foi definitivamente nosso caso. Tem sido o desafio mais difícil de nossas vidas. Tem sido doloroso, exaustivo e desagradável, às vezes.

O Cosmonauta é também uma experiência transmídia. Como vocês tiveram a ideia de usar essa estratégia de comunicação e como você vê o casamento de transmídia e entretenimento em um futuro próximo?
Porque eu podia. Essa foi a única razão. Sempre tivemos que criar determinadas histórias por um padrão que existiu e não apenas porque era o melhor meio de contá-las, principalmente por causa de restrições físicas: o CD tem 12 canções porque era tudo que um que comportava. Um livro tem 200 páginas porque mais que isso é difícil imprimir. Um episódio de uma série dura 45 minutos por você precisa de três pausas de cinco minutos para propagandas. E assim por diante. Mas hoje em dia, com a tecnologia que existe, você pode contar sua história em todas as mídias, em múltiplas telas e do exato jeito que você quer. Nós criamos todo um universo com muitos pontos de entrada que vão completar a narrativa se você ver todo o conteúdo, mas que também podem se sustentar por si só. Por trás dos 34 webisodes e o filme, haverá uma ficção criada no Facebook com 13 perfis dos personagens do filme interagindo por várias semanas nos murais das pessoas, os quais serão compilados em nosso website e um livro com fotografias e pensamentos dos personagens que incluem poesias na forma de um diário de um cosmonauta assim que ele pousa na Terra. É muito mais do que um filme, é todo um universo. O futuro será transmídia, não tenho dúvidas sobre isso.
Quais foram os principais desafios que a Produção enfrentou? Você poderia citar um momento que marcou toda a equipe de Produção?
(Suspira) Pouco espaço para escrever todos! Tem sido uma montanha-russa. Quando você lê todas aquelas histórias sobre filmagens difíceis como Fitzcarraldo, Apocalypse Now ou Blade Runner…elas soam engraçadas, mas não é tão engraçado assim quando o inferno desaba sobre você, mas, quer saber, é sempre legal ter histórias para escrever um livro desses você mesmo. O melhor momento foi quando vimos os créditos finais e percebemos que havíamos feito um filme, apesar de tudo. E claro, as conversas e aulas especiais às quais fui convidado. Essa relação com a audiência é muito especial. E o pior momento foi provavelmente quando o co-produtor russo deixou a produção uma semana antes das filmagens levando com ele 150 mil euros, mas não foi tão ruim assim, uma vez que pedimos ajuda para nossa base de fãs e conseguimos erguer 170 mil euros em 3 dias.
Qual sua expectativa para o dia 14 de maio? O que podemos esperar da Riot Cinema depois de O Cosmonauta?
Sem expectativas. Eu estou apenas muito feliz de saber que fomos capazes de realmente fazer esse filme. Tem sido uma história épica. E sobre mim ou mesmo a Riot Cinema em um futuro próximo, receio responder o mesmo que agora: não tenho ideia, mas acho que eu gostaria de estar fazendo o que eu mais amo: filmes que gosto, aqueles dos quais posso me orgulhar e que tenham uma audiência engajada. Talvez com um pé em Los Angeles e outro na Europa ou mesmo fazendo algo muito legal e imersivo em transmídia. Veremos.

Se você pudesse entrar em uma nave especial e voar por todo o universo, para onde você iria e por que?
Tem uma frase em meu filme, com a qual me identifico, apesar de todo o amor que tenho pelo espaço: “(fala de Stas) Então...você não veio trabalhar aqui porque você amava seu trabalho? (fala de Yulia) Eu odeio o espaço. Tem tanta coisa para ver aqui embaixo”. Então eu acho que seria uma viagem curta (ri).

Projeto Atlas Media Lab, uma escola de cursos

By Gabriel Ishida , In , ,


Eu, Fernando Collaço e Marcos Singulano, ambos autores desse blog também, criamos esse projeto experimental chamado Atlas Media Lab. Temos como proposta oferecer cursos segmentados na área de comunicação com preços acessíveis.

Temos o nosso primeiro curso previsto para o dia 18 de maio na Av. Paulista (São Paulo) e será sobre Moda e Novas Mídias, que será ministrado por Vini Uehara e Fernando Collaço. Para maiores informações e inscrição, clique aqui.

Já estamos com cursos no radar como Transmedia Storytelling e Comunicação Multiplataforma, fora outros que estamos viabilizando. E também temos uma fan page aonde postamos conteúdo relacionado a comunicação e novidades da escola.

Confira e indique para quem se interessar.

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