Google+

Twitter e Televisão: Live-Tweeting e monitoramento ao vivo

By Gabriel Ishida , In , , , ,

Achei muito interessante a forma como o canal de TV Esporte Interativo utilizou o Twitter durante a transmissão do jogo de vôlei entre Brasil e Estados Unidos nesse último final de semana. Através da hashtag #VoleinoEI (que foi o top Trending Topics Brasil durante a partida), os comentaristas iam monitorando os tweets e destacando os mais relevantes, inclusive fazendo e respondendo perguntas para a audiência. Diversas vezes eles perguntavam alguma curiosidade e vinha algum tweet respondendo ou esclarecendo.

Aqui no Brasil, vejo poucos exemplos de usos de "live-tweeting"ou monitoramento ao vivo, que vão além da simples promoção. Acho que o Twitter é uma boa forma de se medir e analisar a audiência sob o aspecto qualitativo: saber o que estão achando do andamento do programa ou realizar engajamento. Obviamente tem que ter o cuidado do filtro, já que não pode dar margem para "trolls" e gente má intencionada.

Ao meu ver, o mais importante é entender que existe uma convergência clara entre Twitter e Televisão: uma complementa a outra, assim como a internet não vai substituir qualquer outro meio.

Abaixo tem um vídeo, lançado nesse ano, do próprio Twitter falando sobre essa questão. Tem muitos exemplos vindos dos EUA e creio que seja tendência aqui no Brasil.

Perfil Tecnográfico Social

By Gabriel Ishida , In , , ,

No post sobre o principal conceito do livro "Groundswell", de Charlene Li e Josh Bernoff, eu expliquei apenas a essência da idéia. Agora, irei desdobrar isso para uma das três principais vertentes: pessoas.

Basicamente, na internet, existem seis perfis de pessoas na relação com o conteúdo: Criadores, Críticos, Colecionadores, Participantes, Espectadores e Inativos.

Criadores são aqueles que: publicam blogs, criam sites, fazem upload de vídeos/podcasts, enfim, aqueles que produzem conteúdo.

Críticos são aqueles que comentam em blogs/fóruns, avaliam produtos/serviços, escreve em artigos wiki, ou seja, trabalham em cima do que já está feito, servindo como "comentaristas".

Colecionadores são aqueles que utilizam feeds RSS, usam serviços de tagueamento e "favoritos" (Delicious, Digg e StumbleUpon), ou seja, relacionam-se com o conteúdo com a finalidade de "conserva-lo" e arquiva-lo.

Participantes são os que mantém um perfil em redes sociais (ou Second Life) ou frequentam salas de bate-papo. Basicamente, são as pessoas que buscam se relacionar com outras.

Espectadores são os que apenas lêem blogs, assistem vídeos, ouvem podcasts, enfim, os que apenas consomem conteúdo sem interagir.

Inativos são os que apenas utilizam a Internet como meio de comunicação estritamente pessoal, comparado ao uso de telefone por ex: apenas lê emails ou conversa via MSN/Skype.

Esse tipo de perfil é baseado na interação que a pessoa possui pelo menos uma vez por mês. Ou seja, se você, pelo menos uma vez por mês, fez uma das atividades listadas no perfil Criadores, você está inserido. Sendo assim, a maioria das pessoas possuem praticamente todos os perfis, mas se deve observar qual é o mais relevante/adequado para se determinar o perfil de cada uma.

Apesar de realizar praticamente todos os requisitos dos perfis, eu estou pendendo mais para o Espectador, já que leio muitos blogs e tweets por dia, mas interajo e produzo menos.

Minhas referências para o estudo de Mídias Sociais

By Gabriel Ishida , In , ,

De vez em quando alguns amigos e conhecidos me perguntam o que costumo ler e acompanhar sobre estudos em mídias sociais.

Antes de mais nada, eu uso o Google Reader para acompanhar tudo que está aqui. Através dos Feeds RSS, todos os posts que esses blogs abaixo colocam, eu leio em um único lugar. Demora um pouco para se acostumar, mas é muito prático e rápido.

Não vou detalhar as referências mais informativas, que me deixam atualizado sobre o que está acontecendo. Só vou lista-los: Brainstorm 9,  Adivertido, Blog Mídias Sociais, Comunicadores de PlantãoMídiasSociais.net e IDG Now! Internet. Acredito que, acompanhando esses, você consegue já ficar bem informado do que acontece nas mídias sociais.

Agora vou listar os que eu uso para refletir criticamente ou pensar novas visões.

Mashable (em inglês)

Apesar de ser também bastante informativo (praticamente um noticiário das mídias sociais), é a principal fonte no mundo na área. Eles fazem análises, críticas e até mesmo tem dicas técnicas (vejam a seção HOW TO, que é bem legal). Para se ter uma idéia da importância desse site, todos os sites listados mais acima sempre buscam as informações no Mashable. Então, para quem quer uma formação completa e sabe um pouco de inglês, só lendo o Mashable já está meio caminho andado.

Blog Tecneira

O Tecneira também segue a mesma linha do Mashable e busca sempre noticiar fazendo análises. O bom é que ele sempre busca os grandes destaques, o que serve como um filtro para os leitores.

De Repente

Um excelente blog do Rafael Sbarai, em que ele faz análises muito bacanas, principalmente focado na interatividade e novas tendências em mídias sociais. Está na lista das leituras que me fazem olhar horizontalmente.

Dossiê Alex Primo

Está na minha lista dos indispensáveis para ler. Eu, particularmente, tenho um grande interesse na visão acadêmica das mídias sociais e Alex Primo, ao meu ver, é uma grande referência teórica. Todos os seus posts sempre contribuem para meu conhecimento.

Social Media Today (em inglês)

Esse site é uma coletânea de artigos sobre diversos pontos das mídias sociais. Sempre com um foco mais analítico-crítico, é uma excelente fonte para estudar e clarear a mente. Recomendo fortemente.

Socialnomics (em inglês)


Do teórico Erik Qualman, autor do livro Socialnomics, o blog aborda mais a questão do impacto das mídias sociais no atual contexto sócio-econômico. Eu, particularmente, sou bastante fã das análises, que sempre buscam sair fora da caixa.

Tiago Dória Blog

Acho que, dentro de todos esses listados, é o que mais desperta meu interesse. Suas análises se focam nas pessoas e nas interações, nos impactos e na apropriação social das mídias sociais. Além disso, ele tem um foco maior na questão do acesso à informação, o que é bem legal.

Viu Isso?

De Michel Lent, o blog busca abordar pontos fora-da-curva, ou seja, assuntos que costumamos não pensar ou analisar. É ótimo para pensarmos em possibilidades e visões além do tradicional.

Raquel Recuero

Outra grande teórica acadêmica. Junto com Alex Primo, foca-se mais nas interações e nos impactos das mídias sociais. É ótima para olharmos as mídias sociais fora do contexto do mercado. O grande pecado do blog é não ter uma fonte de RSS.

Pensar Enlouquece, Pense Nisso

De Alexandre Inagaki, é um excelente blog sobre os impactos da internet na sociedade, com uma grande pitada de mídias sociais.

Carnet de Notes

Do teórico André Lemos, é um blog aonde ele publica seus últimos estudos sobre internet e sociedade. Eu mesmo tenho diversos livros dele e recomendo bastante para quem quer estudar academicamente.

Webinsider

É um site que agrega diversos artigos sobre comunicação, não servindo apenas para as mídias sociais. É excelente e sempre tem artigos ótimos.

Esses são os principais, na minha opinião. Mas é bom lembrar que não devemos apenas nos focar em ler sobre a área. A formação sempre deve ser diversificada.

O que é interpolação de imagem?

By Marcos Singulano , In , , ,

Muito tempo atrás, mas muito tempo atrás mesmo! Em um dos primeiros posts que escrevi aqui para o Midializado, falei um pouco sobre como ampliar imagens para que não haja perda grande de qualidade. (Não lembra? Opa, clique aqui e dê uma relembrada no assunto!)

Hoje, alguns meses depois, me atualizei um pouco no assunto e nada mais justo do que atualizar aquele texto. Muito bem. Então, o que é interpolação de imagem? A grosso modo, sempre que ampliamos ou reduzimos uma imagem estamos trabalhando com interpolação. Interpolação de imagens digitais é basicamente criar novos pixels a partir dos pixels já existentes.

Como já falamos por aqui, uma imagem é composta por pixels, que são aqueles pequenos quadradinhos que você vê quando amplia uma imagem. Agora, a medida que ampliamos essa imagem, os pixels aumentam, mas aumenta também a distância entre eles, e o que o computador faz é preencher esses espaços criando pixels novos a partir dos "pixels vizinhos", contudo se isso for feito de forma errada ou brusca o que acontece é que há distorção na imagem. Da mesma forma, se você diminui demais uma imagem a distância dos pixels diminui, o que faz com que os pixels se sobreponham causando um borrão na imagem.

Por isso que NUNCA deve-se ampliar ou reduzir uma imagem de forma aleatória. O que vou explicar aqui (de forma bem básica) é como ampliar sua imagem para que ela não fique pixelizada (ou seja, com todos os quadradinhos aparecendo).

Com a imagem aberta no photoshop vá em IMAGEM -> TAMANHO DA IMAGEM (como no outro post lembram?) e você terá algo assim:




Agora, desmarque a opção "Resample Image" (isso, pode desmarcar sem medo!) e na opção de resolução vamos trocar 72 dpi por 300 dpi (repare que o tamanho dela em centímetros vai mudar) e dar ok. Você deve estar pensando : "Ok espertão, não mudou nada a princípio!". Calma que não acabamos ainda.

Volte na mesma janela de antes (IMAGEM ->; TAMANHO DA IMAGEM) e vamos voltar ao trabalho:


Agora vem a parte chata. Para garantir uma boa qualidade final é necessário aumentar de 10 em 10% o tamanho da imagem. Como assim? Oras, nas abas que estão marcadas "cm" troque-as por "percent" (ou porcentagem) e digite 110 %. Feito isso, marque a caixa resample image e escolha Bicubic Smoother (que é melhor para ampliações, no caso de reduções utilize o Bicubic Sharper) e antes de dar ok, você deve ver isso:


Tudo certo? Dê um ok e você vai reparar que a imagem vai dar uma leve ampliada. Agora faça isso no máximo mais 3 vezes ( ou seja, você vai ampliar a imagem em 40% do tamanho original) e pronto. Você tem uma ampliação com perda muito pequena de qualidade.

Claro que 40% é uma recomendação que pode variar de imagem para imagem. No caso de imagens que vão ser utilizadas em banners ou outdoors, onde as pessoas visualizam a arte de uma distância muito grande ou pelo menos razoável ( 2 metros de distância ou mais), a ampliação pode ser bem maior.

E por hoje é isso. Sei que esse post é uma reedição do outro post sobre ampliação de imagens, mas como vi que algumas ideias estavam um pouco erradas resolvi atualizar o conteúdo.
Pra quem quiser se aprofundar no assunto, recomendo o excelente artigo do fotógrafo Gilson Lorenti (que utilizei como referência para boa parte desse post), que está dividido em 3 partes:


No artigo ele dá uma aprofundada bem legal sobre pixels, ampliação e redução de imagens.
Espero que tenham gostado e até o próximo post!



Relembrar é viver: o conceito de Groundswell

By Gabriel Ishida , In , , , ,

Em 2008, foi lançado um livro que, até hoje, é considerado um dos marcos sobre estudo em mídias sociais:  Groundswell: Winning in a world transformed by social tecnologies, de Charlene Li e Josh Bernoff. A principal idéia do livro é o conceito do título (Groundswell), que explica um dos principais fenômenos da web atual: a viralização e o descontrole da disseminação.


Nas palavras dos autores, Groundswell é uma tendência social na qual as pessoas usam a tecnologia para obter o que desejam uma das outras, e não com instituições tradicionais, como as corporações. Nesse caso, o conceito se baseia em três pilares: pessoas, tecnologia e aspectos financeiros.


As pessoas sempre dependeram da ajuda mútua (=viver em sociedade) para se beneficiarem ou lutarem por causas coletivas. Sempre buscaram a mobilização para formarem grupos de poder ou combate.


A tecnologia mudou tudo em termos de interações e mobilizações sociais. Não era mais necessário um espaço físico para as pessoas buscarem ajuda uma para as outras, através das redes sociais e das comunidades virtuais. Nesse ponto, é bom lembrar que a tecnologia é apenas um agente facilitador: são as pessoas que as tornam poderosa.


Juntando os dois, temos um volume de interações e de uso que atraem aspectos financeiros. Tráfego é, desde os primórdios das comunicações de massa, o atrativo para investimentos em busca de exposição. Sendo assim, o uso da tecnologia pelas pessoas atraem investimentos e novos modelos de negócio, o que impulsiona o surgimento de novas tecnologias e de novos usos pelas pessoas, formando um ciclo vicioso.


Escrito em 2008, os autores de Groundswell não imaginavam que a tendência fosse ser transformada em um paradigma e que as lições apresentadas no livro seriam tão úteis nos dias atuais. Vemos milhares de exemplos de mobilizações coletivas vias mídias sociais, reclamações massivas contra ações de empresas e celebridades (=isso é chamado de Efeito Streisand), entre tantas outras coisas que nos já é habitual. Principalmente com o surgimento do Twitter, as pessoas buscam, cada vez mais, relacionarem-se e buscarem ajuda. Um bom exemplo (sugerido pelo meu amigo Igor Sousa) é o site Tuitão (http://vende.tuitao.com.br/), que funciona como um classificado via Twitter,  bastando apenas twittar o termo "Vende-se" para aparecer no site. Esse é apenas um dos exemplos que a idéia de Groundswell abrange.


Sugiro a leitura do livro, para entendermos cada vez mais a realidade que nos cerca.

TV Record lança o primeiro telejornal transmídia do país

By Fernando Collaço , In , , , , ,

O mais novo lançamento do Grupo Record, o Jornal da Record News, ancorado por Heródoto Barbeiro, chega ao mercado recheado de novidades para os amantes dos noticiários diários e das inovações na área de comunicação. Antonio Guerreiro, diretor do portal R7, ao se pronunciar sobre o lançamento do produto na coletiva de imprensa, realizada na Livraria Cultura do Conjunto Nacional em São Paulo, dia 16 de maio, classificou o mesmo como o primeiro telejornal transmídia da América Latina, fruto de um esforço conjunto da equipe e da emissora para levar aos telespectadores uma experiência além do crossmedia.


Transmídia? Crossmedia? Esses e muitos outros conceitos estão cada dia mais presente em nosso cotidiano e muitos de nós ainda não sabem bem do que se trata. Ao estrear esse espaço de discussão, oferecido pelos idealizadores do blog, pretendo trazer para o centro do debate alguns conceitos, teorias e idéias inovadoras da área da comunicação que toquem, principalmente, acontecimentos relacionados à televisão e seus produtos, de forma a promover um diálogo com os leitores do blog.


O conceito de crossmedia nasce nos anos 90 perante o rápido desenvolvimento dos meios de comunicação e do crescimento no uso e penetração de tecnologias portáteis. Em uma tradução livre, “mídia cruzada”, o termo passa a designar a forma de pulverização de um conteúdo específico para diferentes mídias, visando integrá-las, normalmente por meio de uma plataforma on-line como um site ou portal, observando as possibilidades e particularidades de cada uma delas.


O principal objetivo de uma campanha crossmedia é um impacto ainda maior e mais abrangente no cotidiano dos consumidores, buscando abordá-lo por diferentes meios e formas, consolidando o branding, ou a marca, no mercado.


A evolução do termo observa alguns estágios que coexistem e não são práticas obsoletas. No princípio, o crossmedia representava uma variação quase inexistente no conteúdo a ser transmitido, uma vez que o foco era a transição de uma mídia para outra com pouca ou quase nenhuma alteração estrutural como, por exemplo, um áudio televisivo se tornando um podcast.


No decorrer dos anos a experiência do crossmedia passou a ser fortemente calcada em materiais considerados extras, ou seja, o produto veiculado possuía um material inédito que acompanhava o original, como os extras presentes em um DVD, que agrega novas informações.


Por fim, o crossmedia passou a designar a prática da construção de “pontes” entre mídias. Ao final do programa televisivo, um letreiro digital indica um site para mais informações sobre o assunto e também o endereço para um bate-papo ao vivo com o entrevistado. Essa forma de condução do usuário de uma mídia para outra caracteriza mais fortemente o crossmedia e é esse processo que o novo telejornal busca transcender.


O Jornal da Record News vai apostar em uma evolução do conceito de crossmedia, o popular transmídia, ou transmedia storytelling, que, em linhas gerais, se refere ao processo de se contar uma história através de múltiplas interfaces, nas quais, cada uma possui um nível diferente e exclusivo de informações. O principal foco, como veremos, é o usuário, que interage e cria sua própria narrativa, sendo obrigado a se transferir de um meio para outro, diminuindo a passividade de outrora.


As atrações do JR News começam a ser veiculadas muito antes de o programa ir ao ar quando os internautas, através do portal R7, passam a ter acesso às imagens dos estúdios da emissora, onde os apresentadores se preparam para ir ao ar e comentam algumas das pautas do dia.


Com o jornal já em rede nacional, ainda podendo ser acompanhado pelo portal, como também pela televisão, a composição do bloco se mantém, na maioria do tempo, semelhante aos moldes já conhecidos da indústria com a alternância da apresentação das notícias e VTs pelos apresentadores, a entrada em link dos correspondentes internacionais da emissora e também a participação dos comentaristas especialistas nos assuntos abordados. Entretanto, durante e após todos esses processos, o público pode interagir com os apresentadores em tempo real através da página oficial do telejornal no Facebook, ou ainda, por meio do Twitter. Essas intervenções acabam compondo e alterando os rumos da atração, uma vez que as perguntas enviadas irão compor as entrevistas e alguns comentários serão lidos e debatidos no ar.


Durante o intervalo comercial, o público da rede pode continuar acompanhando os bastidores do programa e algumas reportagens são novamente comentadas e outras perguntas são feitas aos comentaristas, ampliando as informações que foram passadas em rede nacional. Além disso, logo após o final do jornal, por mais 15 minutos, o jornal permanece no ar com o mesmo intuito, aprofundar algum tópico ou realizar mais questionamentos.


O formato do jornal privilegia diferentes plataformas não apenas porque permite ao público interagir e acompanhar os bastidores do jornal, mas principalmente por estar alocado dentro de um portal de notícias que oferece a possibilidade de visionamento de vídeos e reportagens complementares às matérias transmitidas aprofundando o assunto. Além disso, estão linkados na página oficial do telejornal, os blogs dos comentaristas convidados, como Beth Goulart, Rubens Ewald Filho, David Uip, Ricardo Kotscho e outros que comentam os assuntos que acreditam ser mais pertinentes em suas áreas e indicam referências, por vezes em outros suportes ou mídias sociais.


Por fim, esta multiplicidade de plataformas permite um conhecimento mais completo e uma visão diferenciada sobre os fatos, fomentando um debate ainda mais rico entre a população.


A experiência do Grupo Record, que pode ser acompanhada todos os dias às 21h no Record News, ainda começa a ser conhecida pelos internautas e telespectadores em geral, mas não deixa de ser uma iniciativa muito positiva e que abre as portas para novas possibilidade de criação e uso de conteúdos transmídias, os quais podem auxiliar uma maior interação entre produtor e receptor de conteúdo e modificar a forma de se ver televisão.


Sobre o autor: Fernando Martins Collaço (@ferinmotion) é midiálogo, editor de vídeos, pesquisador na área da televisão e minisséries, colunista eventual e fotógrafo de moda nas horas vagas



Referências
Programa Cases (Adriano Foss) – programacases.com.br
Webdiálogos – webdialogos.com
Wikipédia – wikipedia.org
Livro “Cultura da Convergência” de Henry Jenkins


links
r7.com/jrnews
Facebook: Jornal da Record News Oficial
@jornalrecnews

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...